Sociedade Bíblica do Brasil
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Plano de leitura da Bíblia – dia 159

Texto(s) da Bíblia

A obediência às autoridades

1Que todos estejam sujeitos às autoridades superiores. Porque não há autoridade que não proceda de Deus, e as autoridades que existem foram por ele instituídas. 2Assim, aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus, e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. 3Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Você quer viver sem medo da autoridade? Faça o bem e você terá louvor dela, 4pois a autoridade é ministro de Deus para o seu bem. Mas, se você fizer o mal, então tenha medo, porque não é sem motivo que a autoridade traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar quem pratica o mal. 5Portanto, é necessário que vocês se sujeitem à autoridade, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência.

6É por isso também que vocês pagam impostos, porque as autoridades são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. 7Paguem a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra.

O amor ao próximo é o cumprimento da lei

8Não fiquem devendo nada a ninguém, exceto o amor de uns para com os outros. Pois quem ama o próximo cumpre a lei. 9Pois estes mandamentos: “Não cometa adultério”, “não mate”, “não furte”, “não cobice”, e qualquer outro mandamento que houver, todos se resumem nesta palavra: “Ame o seu próximo como você ama a si mesmo.” 10O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o cumprimento da lei é o amor.

O dia está próximo

11E digo isto a vocês que conhecem o tempo: já é hora de despertarem do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto do que quando no princípio cremos. 12Vai alta a noite, e o dia vem chegando. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. 13Vivamos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidades e libertinagem, não em discórdias e ciúmes. 14Mas revistam-se do Senhor Jesus Cristo e não façam nada que venha a satisfazer os desejos da carne.

Romanos 13NAAAbrir na Bíblia

A morte de Samuel

1Samuel morreu, e todos os filhos de Israel se juntaram e o prantearam. E o sepultaram na sua casa, em Ramá. Davi se levantou e foi ao deserto de Parã.

Davi e Nabal

2Havia um homem, em Maom, que tinha as suas propriedades no Carmelo. Era um homem muito rico: tinha três mil ovelhas e mil cabras. E ele estava tosquiando as suas ovelhas no Carmelo. 3O nome desse homem era Nabal, e a mulher dele se chamava Abigail. Ela era inteligente e bonita, porém Nabal era grosseiro e mau em tudo o que fazia. Era descendente de Calebe. 4Quando Davi, no deserto, ouviu dizer que Nabal tosquiava as suas ovelhas, 5enviou dez rapazes e lhes disse:

— Vão ao Carmelo falar com Nabal e perguntem-lhe, em meu nome, como está. 6Digam àquele afortunado: “Paz para você, paz para a sua casa e paz para tudo o que é seu! 7Soube que você está fazendo a tosquia das suas ovelhas. Os seus pastores estiveram conosco e nós não os maltratamos e nada lhes faltou durante todo o tempo em que estiveram no Carmelo. 8Pergunte aos seus moços, e eles lhe dirão. Portanto, que os meus rapazes encontrem favor em sua presença, porque chegamos em boa hora. Por favor, dê a estes seus servos e a Davi, seu filho, qualquer coisa que você tiver à mão.”

9Os rapazes de Davi foram e falaram a Nabal todas essas palavras em nome de Davi. Depois, ficaram esperando. 10E Nabal deu a seguinte resposta aos servos de Davi:

— Quem é Davi? E quem é o filho de Jessé? Muitos são, hoje em dia, os servos que fogem do seu senhor. 11Vocês acham que eu vou pegar o meu pão, a minha água e a carne dos animais que abati para os meus tosquiadores e dar a homens que eu não sei de onde vêm?

12Então os rapazes de Davi se puseram a caminho e voltaram. Ao chegarem, disseram a Davi tudo o que Nabal havia falado. 13Então Davi disse aos seus homens:

— Que cada um cinja a sua espada!

E cada um cingiu a sua espada, e também Davi cingiu a sua. Cerca de quatrocentos homens seguiram Davi, enquanto duzentos ficaram com a bagagem. 14Nesse meio-tempo, um dos moços de Nabal foi falar com Abigail, a mulher de Nabal, dizendo:

— Davi enviou do deserto mensageiros para saudar o nosso senhor, mas ele os pôs a correr. 15No entanto, aqueles homens nos têm sido muito bons, e nunca fomos maltratados por eles e de nenhuma coisa sentimos falta em todos os dias de nosso trato com eles, quando estávamos no campo. 16Eles eram como um muro ao nosso redor, tanto de dia como de noite, todos os dias que estivemos com eles apascentando as ovelhas. 17E agora pense bem e veja o que pode fazer, porque o mal já está determinado contra o nosso senhor e contra toda a sua casa; ele é homem maligno, e não há quem consiga falar com ele.

Abigail apazigua Davi

18Então Abigail pegou, a toda pressa, duzentos pães, dois odres de vinho, cinco ovelhas preparadas, cinco medidas de trigo tostado, cem cachos de passas e duzentas pastas de figos, e pôs tudo sobre jumentos. 19Então disse aos seus servos:

— Vão na minha frente, que eu vou logo atrás.

Porém ela não contou nada a seu marido Nabal. 20Enquanto ela, cavalgando um jumento, descia, encoberta pelo monte, Davi e seus homens também desciam, e ela se encontrou com eles. 21Ora, Davi tinha dito:

— Com certeza, de nada adiantou ter protegido tudo o que esse homem possui no deserto, e de nada sentiu falta de tudo o que lhe pertence; ele me pagou o bem com o mal. 22Que Deus me castigue, se, até o amanhecer, eu não matar todos os do sexo masculino que estão com ele.

23Quando Abigail viu Davi, desceu depressa do jumento e prostrou-se sobre o rosto diante de Davi, inclinando-se até o chão. 24Lançou-se aos pés de Davi e disse:

— Meu senhor, que a culpa recaia sobre mim. Permita que esta sua serva fale e escute as palavras da sua serva. 25Que o meu senhor não se importe com aquele homem maligno, a saber, com Nabal, porque ele é o que significa o seu nome. Nabal é o seu nome, e a tolice o acompanha. Eu, porém, esta sua serva, não vi os rapazes que o meu senhor mandou. 26Agora, meu senhor, tão certo como vive o Senhor Deus e tão certo como vive a sua alma, foi o Senhor Deus quem o impediu de derramar sangue e de fazer justiça com as próprias mãos. Que os seus inimigos e os que procuram fazer mal ao meu senhor sejam como Nabal. 27Este é o presente que esta sua serva trouxe ao meu senhor; que ele seja dado aos rapazes que seguem o meu senhor. 28Perdoe a transgressão desta sua serva. Pois o Senhor Deus certamente firmará a casa de meu senhor, porque ele está travando as batalhas do Senhor Deus. E que não se ache mal em meu senhor durante toda a sua vida. 29E, se algum homem se levantar para o perseguir e tirar-lhe a vida, a vida de meu senhor será atada no feixe dos que vivem com o Senhor, seu Deus. Porém a vida de seus inimigos, este a lançará fora como se a atirasse da cavidade de uma funda. 30E, quando o Senhor Deus tiver feito a meu senhor todo o bem que falou a seu respeito e o tiver colocado como príncipe sobre Israel, 31então meu senhor não terá motivo de pesar ou de remorso por ter derramado sangue inocente e por ter se vingado com as próprias mãos. E, quando o Senhor Deus tiver feito o bem a meu senhor, então lembre-se desta sua serva.

32Então Davi disse a Abigail:

— Bendito o Senhor, Deus de Israel, que hoje mandou você ao meu encontro. 33Bendita seja a sua prudência, e bendita seja você mesma, que hoje me impediu de derramar sangue e de me vingar com as minhas próprias mãos. 34Porque, tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, que me impediu de fazer mal a você, se você não tivesse se apressado e não tivesse vindo ao meu encontro, não teria ficado a Nabal, até o amanhecer, nem um sequer do sexo masculino.

35Então Davi recebeu da mão de Abigail o que esta lhe havia trazido e lhe disse:

— Volte em paz para a sua casa. Como você pode ver, dei ouvidos ao que você me falou e atendi o seu pedido.

A morte de Nabal

36Abigail voltou para junto de Nabal. Eis que ele fazia em casa um banquete, como banquete de rei. O seu coração estava alegre, e ele, bastante embriagado. Por isso ela não lhe contou absolutamente nada, até o amanhecer. 37Pela manhã, quando Nabal já estava livre do vinho, sua mulher lhe contou tudo. Então o coração dele amorteceu dentro do peito, e ele ficou como uma pedra. 38Passados uns dez dias, o Senhor feriu Nabal, e ele morreu.

Davi casa com Abigail

39Quando Davi soube que Nabal havia morrido, disse:

— Bendito seja o Senhor, que pleiteou a causa da afronta que recebi de Nabal e livrou este seu servo de fazer o mal. O Senhor fez com que a maldade de Nabal caísse sobre a própria cabeça dele.

Então Davi mandou um recado a Abigail, dizendo que desejava tomá-la por mulher. 40Os servos de Davi foram até Abigail, no Carmelo, e lhe disseram:

— Davi nos mandou buscá-la para que a senhora seja sua mulher.

41Então ela se levantou, se inclinou com o rosto em terra e disse:

— Eis que esta sua serva servirá de criada para lavar os pés dos criados de meu senhor.

42Abigail se dispôs imediatamente e montou o seu jumento. E ela, acompanhada pelas cinco moças que a serviam, seguiu os mensageiros de Davi, que a recebeu por mulher.

43Davi também havia tomado por mulher Ainoã de Jezreel, e ambas foram suas mulheres. 44Saul tinha dado sua filha Mical, mulher de Davi, a Palti, filho de Laís, que era de Galim.

1Samuel 25NAAAbrir na Bíblia

A vitória de Deus sobre os inimigos

Ao mestre de canto. Salmo de Davi. Cântico

1Deus se levanta; os seus inimigos

se dispersam;

os que o odeiam

fogem da sua presença.

2Como se dissipa a fumaça,

assim tu os dispersas;

como a cera se derrete

perto do fogo,

assim os ímpios somem

da presença de Deus.

3Os justos, porém, se alegram;

exultam na presença de Deus

e transbordam de alegria.

4Cantem a Deus, cantem louvores

ao seu nome;

exaltem aquele que cavalga

sobre as nuvens.

Senhor é o seu nome;

exultem diante dele.

5Pai dos órfãos e juiz das viúvas

é Deus em sua santa morada.

6Deus faz com que o solitário

more em família;

liberta os cativos

e lhes dá prosperidade;

só os rebeldes habitam

em terra estéril.

7Ao saíres, ó Deus,

à frente do teu povo,

ao avançares pelo deserto,

8a terra tremeu;

também os céus gotejaram

na presença de Deus;

o próprio Sinai tremeu

na presença de Deus,

do Deus de Israel.

9Chuva abundante derramaste,

ó Deus, sobre a tua herança;

quando ela já estava exausta,

tu a restabeleceste.

10Aí habitou o teu povo;

em tua bondade, ó Deus,

fizeste provisão

para os necessitados.

11O Senhor deu a palavra,

e grande é o exército

das mensageiras

das boas-novas:

12“Reis de exércitos fogem!

Eles fogem!”

E a dona de casa

reparte os despojos.

13Por que estão repousando

entre as cercas dos apriscos?

As asas da pomba

são cobertas de prata,

cujas penas maiores

têm o brilho do ouro puro.

14Quando o Todo-Poderoso ali

dispersa os reis,

cai neve sobre o monte Salmom.

15Monte altíssimo

é o monte de Basã;

serra de elevações

é o monte de Basã.

16Por que olham com inveja,

ó montes elevados,

para o monte que Deus escolheu

para sua habitação?

O Senhor habitará nele

para sempre.

17Os carros de Deus são vinte mil,

sim, milhares de milhares.

No meio deles, está o Senhor;

o Sinai tornou-se em santuário.

18Subiste às alturas,

levaste cativo o cativeiro;

recebeste homens por dádivas,

até mesmo rebeldes,

para que o Senhor Deus

habite no meio deles.

19Bendito seja o Senhor que,

dia a dia, leva o nosso fardo!

Deus é a nossa salvação.

20O nosso Deus é

o Deus libertador;

com Deus, o Senhor,

está o escaparmos da morte.

21Sim, Deus parte a cabeça

dos seus inimigos

e racha o crânio do que anda

nos seus próprios delitos.

22O Senhor disse:

“Eu os trarei de Basã,

eu os farei voltar

das profundezas do mar,

23para que você banhe

o seu pé em sangue,

e a língua dos seus cães tenha

a sua porção dos inimigos.”

24Viu-se, ó Deus, o teu cortejo,

o cortejo do meu Deus,

do meu Rei, no santuário.

25Os cantores iam na frente,

atrás vinham os tocadores

de instrumentos de cordas,

em meio às moças com tamborins.

26Bendigam a Deus

nas congregações,

bendigam o Senhor, vocês que são

da linhagem de Israel.

27Ali está o mais novo,

Benjamim, que os precede,

os príncipes de Judá,

em grande número,

os príncipes de Zebulom

e os príncipes de Naftali.

28Reúne, ó Deus, a tua força,

força divina que usaste

a nosso favor,

29oriunda do teu templo

em Jerusalém.

Os reis te oferecerão presentes.

30Reprime a fera dos canaviais,

a multidão dos fortes como touros

e dos povos com novilhos,

pisando sobre os que cobiçam

barras de prata.

Dispersa os povos que têm prazer

na guerra.

31Príncipes vêm do Egito;

a Etiópia corre a estender

mãos cheias para Deus.

32Reinos da terra, cantem a Deus,

cantem louvores ao Senhor,

33àquele que vai montado

sobre os céus,

os céus da antiguidade;

eis que ele faz ouvir a sua voz,

voz poderosa.

34Deem glória a Deus!

A sua majestade está sobre Israel,

e a sua fortaleza, nos céus.

35Ó Deus, tu és tremendo

no teu santuário!

O Deus de Israel,

ele dá força e poder ao seu povo.

Bendito seja Deus!

Salmos 68NAAAbrir na Bíblia
Sociedade Bíblica do Brasilv.4.19.1
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