Sociedade Bíblica do Brasil
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Plano de leitura da Bíblia – dia 131

Texto(s) da Bíblia

De novo, Paulo visita a Macedônia e a Grécia

1Cessado o tumulto, Paulo mandou chamar os discípulos e, tendo-os encorajado, despediu-se e foi para a Macedônia. 2Havendo atravessado aquelas terras, fortalecendo os discípulos com muitas exortações, dirigiu-se para a Grécia, 3onde se demorou três meses. Quando estava para embarcar rumo à Síria, houve uma conspiração por parte dos judeus contra ele. Então decidiu voltar pela Macedônia. 4Acompanharam-no Sópatro, de Bereia, filho de Pirro; Aristarco e Secundo, de Tessalônica; Gaio, de Derbe; Timóteo; e também Tíquico e Trófimo, da província da Ásia. 5Estes nos precederam, ficando à nossa espera em Trôade. 6Depois dos dias dos pães sem fermento, navegamos de Filipos e, em cinco dias, nos encontramos com eles em Trôade, onde passamos uma semana.

Paulo em Trôade

7No primeiro dia da semana, nós nos reunimos a fim de partir o pão. Paulo, que pretendia viajar no dia seguinte, falava aos irmãos e prolongou a mensagem até a meia-noite. 8Havia muitas lâmpadas no cenáculo onde estávamos reunidos. 9Um jovem, chamado Êutico, que estava sentado numa janela, adormecendo profundamente durante a prolongada mensagem de Paulo, vencido pelo sono, caiu do terceiro andar abaixo. Quando o levantaram, estava morto. 10Mas Paulo desceu, inclinou-se sobre ele e, abraçando-o, disse:

— Não fiquem alvoroçados, pois ele está vivo.

11Subindo de novo, Paulo partiu o pão e comeu. E lhes falou ainda muito tempo até o amanhecer. E, assim, partiu. 12Então conduziram vivo o rapaz e sentiram-se grandemente confortados.

Paulo embarca em Assôs e vai para Mileto

13Nós, porém, prosseguindo, embarcamos e navegamos para Assôs, onde devíamos receber Paulo, porque assim nos havia sido determinado, devendo ele ir por terra. 14Quando se reuniu conosco em Assôs, nós o recebemos a bordo e fomos a Mitilene. 15Dali, navegando, no dia seguinte passamos diante de Quios. Levamos mais um dia até Samos e, um dia depois, chegamos a Mileto. 16Paulo já tinha resolvido não aportar em Éfeso, pois não queria demorar-se na província da Ásia. Ele tinha pressa, pois queria, caso lhe fosse possível, passar o dia de Pentecostes em Jerusalém.

Atos 20:1-16NAAAbrir na Bíblia

O nascimento de Sansão

1Os filhos de Israel tornaram a fazer o que era mau aos olhos do Senhor, e por isso ele os entregou nas mãos dos filisteus durante quarenta anos.

2Havia um homem de Zorá, da linhagem de Dã, chamado Manoá, cuja mulher era estéril e não tinha filhos. 3O Anjo do Senhor apareceu a essa mulher e lhe disse:

— Eis que você é estéril e nunca teve filhos, mas você ficará grávida e dará à luz um filho. 4Por isso, tenha cuidado e não beba vinho nem bebida forte, e não coma nenhuma comida impura. 5Porque eis que você ficará grávida e dará à luz um filho sobre cuja cabeça não passará navalha. O menino será nazireu consagrado a Deus desde o ventre de sua mãe, e ele começará a livrar Israel do poder dos filisteus.

6Então a mulher foi a seu marido e lhe disse:

— Um homem de Deus veio falar comigo. A sua aparência era semelhante à de um anjo de Deus, tremenda. Não perguntei de onde ele vinha, e ele não me disse como se chamava. 7Porém ele me disse: “Eis que você ficará grávida e dará à luz um filho. Por isso, não beba vinho, nem bebida forte, nem coma coisa impura, porque o menino será nazireu consagrado a Deus desde o ventre materno até o dia de sua morte.”

8Então Manoá orou ao Senhor, dizendo:

— Ah! Meu Senhor, peço que o homem de Deus que enviaste venha outra vez e nos ensine o que devemos fazer com o menino que há de nascer.

9Deus ouviu a voz de Manoá, e o Anjo de Deus veio outra vez à mulher, quando ela estava sentada no campo. Porém Manoá, o marido, não estava com ela. 10A mulher se apressou, correu e deu a notícia a seu marido. Ela lhe disse:

— Eis que me apareceu aquele homem que falou comigo no outro dia.

11Então Manoá se levantou e seguiu a sua mulher. Quando encontrou o homem, perguntou:

— Você é o homem que falou com esta mulher?

Ele respondeu:

— Sim, sou eu.

12Então Manoá disse:

— Quando se cumprirem as palavras que você falou, qual será o modo de viver do menino e o seu serviço?

13O Anjo do Senhor disse a Manoá:

— A sua mulher deve se guardar de tudo o que eu disse a ela. 14Não deve comer nada que procede da videira. Não deve beber vinho nem bebida forte, nem comer nada que seja impuro. Ela deve observar tudo o que lhe ordenei.

15Então Manoá disse ao Anjo do Senhor:

— Permita-nos convidá-lo a ficar conosco. Queremos preparar um cabrito para você.

16Porém o Anjo do Senhor disse a Manoá:

— Ainda que você me convide, não comerei a sua comida. Mas, se você preparar um holocausto, ofereça-o ao Senhor.

Acontece que Manoá não sabia que aquele era o Anjo do Senhor. 17Então Manoá perguntou ao Anjo do Senhor:

— Qual é o seu nome, para que possamos honrar você, quando se cumprir aquilo que nos falou?

18O Anjo do Senhor respondeu:

— Por que você me pergunta pelo meu nome, que é maravilhoso?

19Então Manoá pegou um cabrito e uma oferta de cereais e os ofereceu sobre uma rocha ao Senhor Deus. E o Anjo do Senhor fez algo maravilhoso, enquanto Manoá e a sua mulher estavam observando. 20Aconteceu que, enquanto a chama que saiu do altar subia para o céu, o Anjo do Senhor subiu nela. Ao verem isso, Manoá e a sua mulher se prostraram com o rosto em terra.

21Nunca mais o Anjo do Senhor apareceu a Manoá, nem à sua mulher. Então Manoá ficou sabendo que aquele era o Anjo do Senhor.

22Manoá disse à sua mulher:

— Certamente vamos morrer, porque vimos Deus.

23Mas a mulher respondeu:

— Se o Senhor Deus quisesse nos matar, não teria aceito de nossas mãos o holocausto e a oferta de cereais, nem nos teria mostrado tudo isso, nem nos teria revelado essas coisas.

24Depois, a mulher deu à luz um filho e lhe deu o nome de Sansão. O menino cresceu, e o Senhor o abençoou. 25E o Espírito do Senhor começou a agir nele em Maané-Dã, entre Zorá e Estaol.

Juízes 13NAAAbrir na Bíblia
Quem é capaz de enfrentar o monstro Leviatã?

1“Você é capaz de pescar

o monstro Leviatã

com um anzol

e prender a sua língua

com uma corda?

2Você consegue passar

uma vara de junco

pelo nariz dele?

Ou furar o queixo dele

com um gancho?

3Por acaso ele lhe fará

muitas súplicas?

Ou lhe falará palavras brandas?

4Será que ele fará

um acordo com você,

para que seja seu escravo

para sempre?

5Será que você vai brincar

com ele, como se fosse

um passarinho?

Irá prendê-lo com uma corda,

para dá-lo às suas meninas?

6Será que os seus sócios

o colocarão à venda?

Ou irão reparti-lo

entre os negociantes?

7Você consegue encher

de arpões a pele dele?

Ou cravar fisgas de pesca

na sua cabeça?

8Ponha a mão sobre ele;

você se lembrará da luta

e nunca mais repetirá o gesto.”

9“Eis que a gente se engana

na esperança que tem;

não é fato que alguém cairá

por terra só em vê-lo?

10Ninguém é tão ousado,

que se atreva a despertá-lo.”

“Quem então será capaz

de se erguer diante de mim?

11Quem primeiro deu algo

a mim, para que eu tenha

de retribuir-lhe?

Pois o que está debaixo

de todos os céus é meu.”

12“Não me calarei a respeito

das pernas do Leviatã,

nem da sua grande força,

nem da graça

da sua compostura.

13Quem poderá tirar

a capa do seu dorso?

Ou lhe penetrará a dupla couraça?

14Quem abriria as portas

de sua boca?

Pois em roda dos seus dentes

está o terror.

15As fileiras de suas escamas

são o seu orgulho,

cada uma bem-encostada

como por um selo

que as ajusta.

16A tal ponto uma se junta à outra,

que entre elas não passa nem o ar.

17Elas se ligam umas às outras,

aderem entre si

e não podem ser separadas.

18Cada um dos seus espirros

faz resplandecer a luz,

e os seus olhos são como

os raios do amanhecer.

19Da sua boca saem tochas;

faíscas de fogo saltam dela.

20Das suas narinas

procede fumaça,

como de uma panela fervente

sobre juncos em chama.

21O sopro dele acende o carvão;

da sua boca saem chamas.

22No seu pescoço reside a força;

e diante dele salta o desespero.

23Suas partes carnudas

são bem-pegadas entre si;

todas fundidas nele e imóveis.

24O coração dele

é duro como uma pedra,

firme como a pedra inferior

de um moinho.

25Quando ele se levanta,

os valentes tremem;

quando ele irrompe,

ficam como que fora de si.

26Se o golpe de espada o alcança,

isso não tem efeito algum,

e o mesmo vale para a lança,

o dardo ou a flecha.

27Para ele, o ferro é como palha,

e o cobre, como pau podre.

28As flechas não o fazem fugir;

para ele, as pedras das fundas

se transformam em palha.

29Os porretes são para ele

como talos de capim;

quando agitam a lança,

ele dá risada.

30Debaixo do ventre

ele tem escamas pontiagudas;

arrasta-se sobre a lama,

como um instrumento

de debulhar.

31Leva as profundezas a ferver

como panela;

torna o mar

como caldeira de unguento.

32Deixa atrás de si

um sulco luminoso,

como se o abismo

tivesse uma cabeleira branca.

33Na terra, não há ninguém

como ele,

pois foi feito para nunca ter medo.

34O Leviatã olha com desprezo

tudo o que é alto;

é rei sobre todos os orgulhosos.”

Sociedade Bíblica do Brasilv.4.18.6
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