Sociedade Bíblica do Brasil
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Dia 78 na Palavra

Texto(s) da Bíblia

A videira e os ramos

1— Eu sou a videira verdadeira, e o meu Pai é o lavrador. 2Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto ele limpa, para que produza mais fruto ainda. 3Vocês já estão limpos por causa da palavra que lhes tenho falado. 4Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Como o ramo não pode produzir fruto de si mesmo se não permanecer na videira, assim vocês não podem dar fruto se não permanecerem em mim.

5— Eu sou a videira, vocês são os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim vocês não podem fazer nada. 6Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. 7Se permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será feito. 8Nisto é glorificado o meu Pai: que vocês deem muito fruto; e assim mostrarão que são meus discípulos. 9Como o Pai me amou, também eu amei vocês; permaneçam no meu amor. 10Se vocês guardarem os meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. 11Tenho lhes dito estas coisas para que a minha alegria esteja em vocês, e a alegria de vocês seja completa.

12— O meu mandamento é este: que vocês amem uns aos outros, assim como eu os amei. 13Ninguém tem amor maior do que este: de alguém dar a própria vida pelos seus amigos. 14Vocês são meus amigos se fazem o que eu lhes ordeno. 15Já não chamo vocês de servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz; mas tenho chamado vocês de amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes dei a conhecer. 16Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, eu os escolhi e os designei para que vão e deem fruto, e o fruto de vocês permaneça, a fim de que tudo o que pedirem ao Pai em meu nome, ele lhes conceda. 17O que eu lhes ordeno é isto: que vocês amem uns aos outros.

Odiados pelo mundo

18— Se o mundo odeia vocês, saibam que, antes de odiar vocês, odiou a mim. 19Se vocês fossem do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas vocês não são do mundo — pelo contrário, eu dele os escolhi — e, por isso, o mundo odeia vocês. 20Lembrem-se da palavra que eu disse a vocês: “O servo não é maior do que seu senhor.” Se perseguiram a mim, também perseguirão vocês; se guardaram a minha palavra, também guardarão a de vocês. 21Tudo isso, porém, farão com vocês por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou. 22Se eu não tivesse vindo e lhes falado, eles não teriam nenhum pecado; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado. 23Quem odeia a mim odeia também o meu Pai. 24Se eu não tivesse feito entre eles as obras que nenhum outro fez, eles não teriam nenhum pecado; mas, agora, não somente viram como também odiaram tanto a mim como o meu Pai. 25Isso, porém, é para que se cumpra a palavra escrita na Lei deles: “Odiaram-me sem motivo.”

26— Quando, porém, vier o Consolador, que eu enviarei a vocês da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim. 27E vocês também testemunharão, porque estão comigo desde o princípio.

João 15NAAAbrir na Bíblia

Jesus é preso

Mt 26.47-56; Mc 14.43-50; Lc 22.47-53

1Depois de dizer isso, Jesus saiu juntamente com os seus discípulos para o outro lado do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles. 2Judas, o traidor, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes havia se reunido ali com os seus discípulos. 3Tendo, pois, Judas recebido a escolta e alguns guardas da parte dos principais sacerdotes e fariseus, chegou a esse lugar com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, sabendo de tudo o que ia acontecer com ele, adiantou-se e perguntou-lhes:

— A quem vocês estão procurando?

5Eles responderam:

— A Jesus, o Nazareno.

Então Jesus lhes disse:

— Sou eu.

Ora, Judas, o traidor, também estava com eles. 6Quando Jesus lhes disse: “Sou eu”, recuaram e caíram por terra. 7Jesus, de novo, lhes perguntou:

— A quem vocês estão procurando?

Responderam:

— A Jesus, o Nazareno.

8Então Jesus disse:

— Já lhes falei que sou eu. Se é a mim que vocês estão procurando, deixem que estes vão embora.

9Ele disse isso para se cumprir a palavra que tinha dito anteriormente: “Não perdi nenhum dos que me deste.”

10Então Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco. 11Mas Jesus disse a Pedro:

— Guarde a espada na bainha! Por acaso não beberei o cálice que o Pai me deu?

Jesus diante de Anás

Mt 26.57-58; Mc 14.53-54; Lc 22.54

12Assim, a escolta, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Então o levaram primeiramente a Anás, sogro de Caifás, sumo sacerdote naquele ano. 14Ora, Caifás era quem havia declarado aos judeus ser conveniente morrer um homem pelo povo.

Pedro nega Jesus

Mt 26.69-75; Mc 14.66-72; Lc 22.55-62

15Simão Pedro e outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e, por isso, conseguiu entrar no pátio da casa deste com Jesus. 16Pedro, porém, ficou de fora, junto à porta. O outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, falou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17Então a empregada, encarregada da porta, perguntou a Pedro:

— Você também não é um dos discípulos desse homem?

Ele respondeu:

— Não, não sou.

18Os servos e os guardas estavam ali, tendo acendido uma fogueira por causa do frio, e se aqueciam. Pedro estava no meio deles, aquecendo-se também.

Anás interroga Jesus

Mt 26.59-66; Mc 14.55-64; Lc 22.66-71

19Então o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito dos seus discípulos e da sua doutrina. 20Jesus lhe respondeu:

— Eu tenho falado francamente ao mundo. Sempre ensinei, tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e não disse nada em segredo. 21Por que o senhor está perguntando para mim? Pergunte aos que ouviram o que lhes falei. Eles sabem muito bem o que eu disse.

22Quando Jesus disse isto, um dos guardas que estavam ali deu-lhe uma bofetada, dizendo:

— É assim que você fala com o sumo sacerdote?

23Jesus lhe respondeu:

— Se falei mal, dê testemunho do mal. Mas, se falei bem, por que você está me batendo?

24Então Anás o enviou, amarrado, à presença de Caifás, o sumo sacerdote.

De novo, Pedro nega Jesus

Mt 26.71-75; Mc 14.69-72; Lc 22.58-62

25Simão Pedro estava em pé, aquecendo-se. Então lhe perguntaram:

— Você também não é um dos discípulos dele?

Ele negou e disse:

— Não, não sou.

26Um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha, perguntou:

— Não é verdade que eu vi você no jardim com ele?

27De novo, Pedro negou. E no mesmo instante o galo cantou.

Jesus diante de Pilatos

Mt 27.1-2,11-14; Mc 15.1-5; Lc 23.1-5

28Depois, levaram Jesus da casa de Caifás para o Pretório. Era cedo de manhã. Eles não entraram no Pretório para não se contaminar, pois somente assim poderiam comer a Páscoa. 29Então Pilatos saiu para falar com eles e perguntou:

— Que acusação vocês trazem contra este homem?

30Eles responderam:

— Se este não fosse malfeitor, não o teríamos entregue ao senhor.

31Então Pilatos disse:

— Levem-no daqui e julguem-no segundo a lei de vocês.

Ao que os judeus responderam:

— Não nos é lícito matar ninguém.

32Isso aconteceu para que se cumprisse a palavra de Jesus, significando com que tipo de morte estava para morrer.

33Pilatos entrou novamente no Pretório, chamou Jesus e lhe perguntou:

— Você é o rei dos judeus?

34Jesus respondeu:

— Esta pergunta vem do senhor mesmo ou foram outros que lhe falaram a meu respeito?

35Pilatos respondeu:

— Por acaso sou judeu? A sua própria gente e os principais sacerdotes é que o entregaram a mim. Que foi que você fez?

36Jesus respondeu:

— O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas agora o meu Reino não é daqui.

37Pilatos perguntou:

— Então você é rei?

Jesus respondeu:

— O senhor está dizendo que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.

38Pilatos perguntou:

— O que é a verdade?

Jesus é condenado à morte

Mt 27.15-31; Mc 15.6-20; Lc 23.13-25

Depois de dizer isso, Pilatos voltou aos judeus e lhes disse:

— Eu não acho nele crime algum. 39Mas é costume entre vocês que eu solte alguém por ocasião da Páscoa. Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus?

40Então todos gritaram, novamente:

— Não este, mas Barrabás!

Ora, Barrabás era salteador.

João 18NAAAbrir na Bíblia

O reinado de Jotão, de Judá

2Rs 15.32-38

1Jotão tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Jerusa e era filha de Zadoque. 2Fez o que era reto aos olhos do Senhor, segundo tudo o que Uzias, seu pai, havia feito, exceto que não entrou no templo do Senhor. E o povo continuava na prática do mal.

3Ele edificou o Portão de Cima da Casa do Senhor e também edificou muitas obras sobre a Muralha de Ofel. 4Também construiu cidades na região montanhosa de Judá e castelos e torres nos bosques. 5Ele também guerreou contra o rei dos filhos de Amom e o derrotou, de modo que os filhos de Amom, naquele ano, lhe deram três mil e quatrocentos quilos de prata, mil toneladas de trigo e mil toneladas de cevada. E eles lhe trouxeram isto também no segundo e no terceiro ano. 6Assim, Jotão se tornou cada vez mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus.

7Quanto aos demais atos de Jotão, todas as suas guerras e empreendimentos, eis que está tudo escrito no Livro da História dos Reis de Israel e de Judá. 8Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. 9Jotão morreu e foi sepultado na Cidade de Davi. E Acaz, seu filho, reinou em seu lugar.

2Crônicas 27NAAAbrir na Bíblia

Senaqueribe invade Judá

2Rs 18.13-18; Is 36.1-3

1Depois destas coisas e desta fidelidade, Senaqueribe, rei da Assíria, invadiu Judá e sitiou as cidades fortificadas, com a intenção de conquistá-las. 2Quando Ezequias viu que Senaqueribe tinha vindo e estava resolvido a atacar Jerusalém, 3decidiu, em consulta com os seus oficiais e os seus homens valentes, tapar as fontes das águas que havia fora da cidade; e eles o ajudaram. 4Assim, muito povo se ajuntou, e taparam todas as fontes, bem como o ribeiro que corria pelo meio da terra, pois diziam: “Por que viriam os reis da Assíria e achariam tanta água por aqui?”

5Ezequias se animou, restaurou a muralha da cidade e construiu torres sobre ela. Levantou também outra muralha por fora, fortificou Milo na Cidade de Davi e fez armas e escudos em abundância. 6Pôs oficiais de guerra à frente do povo, reuniu-os na praça junto ao portão da cidade e lhes falou ao coração, dizendo:

7— Sejam fortes e corajosos, não tenham medo, nem se assustem por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque conosco está alguém que é maior do que o que está com ele. 8Com ele está o braço de carne, mas conosco está o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear as nossas guerras.

O povo se animou com as palavras de Ezequias, rei de Judá.

O rei da Assíria afronta Ezequias e o Senhor

2Rs 18.19-37; Is 36.4-22

9Depois disto, quando Senaqueribe, rei da Assíria, com todo o seu exército sitiava Laquis, ele enviou os seus servos a Ezequias, rei de Judá, e a todo o povo de Judá que estava em Jerusalém, dizendo:

10— Assim diz Senaqueribe, rei da Assíria: “Em que vocês confiam, vocês que estão aí em Jerusalém, que está sitiada? 11Por acaso, não é Ezequias quem está incitando vocês, para que morram de fome e de sede, dizendo: ‘O Senhor, nosso Deus, nos livrará das mãos do rei da Assíria?’ 12Não é Ezequias o mesmo que removeu os lugares altos e os altares do Senhor, dizendo a Judá e a Jerusalém: ‘Diante de um só altar vocês devem se prostrar e apenas sobre ele devem queimar incenso?’ 13Vocês não sabem o que eu e os meus pais fizemos com todos os povos das outras terras? Será que os deuses das nações daquelas terras puderam de alguma forma livrar o seu país das minhas mãos? 14De todos os deuses daquelas nações que os meus pais destruíram, qual deles foi capaz de livrar o seu povo das minhas mãos? Então como o Deus de vocês será capaz de livrá-los das minhas mãos? 15Portanto, não deixem agora que Ezequias os engane, nem que os incite assim. Não acreditem nele! Porque nenhum deus de nação alguma nem de reino algum foi capaz de livrar o seu povo das minhas mãos, nem das mãos de meus pais. Muito menos o Deus de vocês será capaz de livrá-los das minhas mãos!”

16Os servos de Senaqueribe falaram ainda mais contra o Senhor Deus e contra Ezequias, seu servo. 17Senaqueribe escreveu também cartas para blasfemar do Senhor, Deus de Israel, e para falar contra ele, dizendo: “Assim como os deuses das nações de outras terras não livraram o seu povo das minhas mãos, assim também o Deus de Ezequias não livrará o seu povo das minhas mãos.” 18Os servos gritaram bem alto, em hebraico, ao povo de Jerusalém, que estava sobre a muralha, para os atemorizar e os perturbar, para tomarem a cidade. 19Falaram do Deus de Jerusalém como falavam dos deuses dos povos da terra, que são obras das mãos dos homens.

A destruição do exército dos assírios

2Rs 19.35-37; Is 37.36-38

20Então o rei Ezequias e o profeta Isaías, filho de Amoz, oraram por causa disso e clamaram ao céu. 21E o Senhor enviou um anjo que destruiu todos os homens valentes, os chefes e os príncipes no arraial do rei da Assíria; e este, com o rosto coberto de vergonha, voltou para a sua terra. Quando ele entrou no templo de seu deus, os seus próprios filhos ali o mataram à espada. 22Assim o Senhor livrou Ezequias e os moradores de Jerusalém das mãos de Senaqueribe, rei da Assíria, e das mãos de todos os inimigos; e lhes deu paz por todos os lados. 23Muitos traziam presentes a Jerusalém ao Senhor e coisas preciosíssimas a Ezequias, rei de Judá, de modo que, depois disto, foi exaltado à vista de todas as nações.

A doença de Ezequias

2Rs 20.1-11; Is 38.1-8

24Por esse tempo, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal. Então orou ao Senhor, que lhe falou e lhe deu um sinal. 25Mas Ezequias não correspondeu aos benefícios que lhe foram feitos, pois o seu coração se exaltou. Por isso veio grande ira sobre ele e sobre Judá e Jerusalém. 26Porém Ezequias se humilhou por se ter exaltado o seu coração, ele e os moradores de Jerusalém; e a ira do Senhor não veio sobre eles nos dias de Ezequias.

27Ezequias teve riquezas e glória em grande abundância. Construiu depósitos para guardar a prata, o ouro, as pedras preciosas, as especiarias, os escudos e todos os objetos de valor. 28Também construiu armazéns para a colheita do cereal, do vinho e do azeite, estrebarias para toda espécie de animais e currais para os rebanhos. 29Edificou cidades e teve ovelhas e vacas em abundância, porque Deus lhe tinha dado muitos bens. 30Também o mesmo Ezequias tapou o manancial superior das águas de Giom e as canalizou para o oeste da Cidade de Davi. Ezequias prosperou em toda a sua obra. 31Mas, quando os embaixadores dos príncipes da Babilônia lhe foram enviados para se informarem a respeito do prodígio que tinha acontecido na terra, Deus o desamparou, para prová-lo e para saber tudo o que havia no coração dele.

A morte de Ezequias

2Rs 20.20-21

32Quanto aos demais atos de Ezequias e às suas obras de misericórdia, está tudo escrito na Visão do Profeta Isaías, filho de Amoz, e no Livro da História dos Reis de Judá e de Israel. 33Ezequias morreu e foi sepultado na subida para os túmulos dos filhos de Davi. Todo o povo de Judá e os moradores de Jerusalém lhe prestaram honras na sua morte. E Manassés, seu filho, reinou em seu lugar.

2Crônicas 32NAAAbrir na Bíblia

Saudades do templo

Ao mestre de canto, segundo a melodia “Os lagares”. Salmo dos filhos de Corá

1Quão amáveis são

os teus tabernáculos,

Senhor dos Exércitos!

2A minha alma suspira e desfalece

pelos átrios do Senhor;

o meu coração e a minha carne

exultam pelo Deus vivo!

3O pardal encontrou casa,

e a andorinha, ninho para si,

onde acolha os seus filhotes,

perto dos teus altares,

Senhor dos Exércitos,

Rei meu e Deus meu!

4Bem-aventurados

os que habitam em tua casa;

louvam-te perpetuamente.

5Bem-aventurado é aquele

cuja força está em ti,

em cujo coração se encontram

os caminhos aplanados!

6Quando passa pelo vale árido,

faz dele um manancial;

de bênçãos o cobre

a primeira chuva.

7Vão indo de força em força;

cada um deles aparece

diante de Deus em Sião.

8Senhor, Deus dos Exércitos,

escuta a minha oração;

ouve-me, ó Deus de Jacó!

9Olha, ó Deus, escudo nosso,

e contempla o rosto do teu ungido.

10Pois um dia nos teus átrios

vale mais que mil;

prefiro estar à porta

da casa do meu Deus

a permanecer nas tendas

da perversidade.

11Porque o Senhor Deus

é sol e escudo;

o Senhor dá graça e glória;

não recusa nenhum bem

aos que andam retamente.

12Ó Senhor dos Exércitos,

feliz é aquele que em ti confia.

Salmos 84NAAAbrir na Bíblia

Oração de um sofredor

Cântico. Salmo dos filhos de Corá. Ao mestre de canto. Para ser cantado com cítara. Salmo didático de Hemã, ezraíta

1Ó Senhor, Deus da minha

salvação,

dia e noite clamo diante de ti.

2Chegue à tua presença

a minha oração;

inclina os teus ouvidos

ao meu clamor.

3Pois a minha alma

está cheia de angústias,

e a minha vida

já se aproxima da morte.

4Sou contado

com os que descem ao abismo.

Sou como um homem sem força,

5atirado entre os mortos;

como os feridos de morte

que jazem na sepultura,

dos quais já não te lembras;

pois foram abandonados

pelas tuas mãos.

6Puseste-me

na mais profunda cova,

nos lugares tenebrosos,

nos abismos.

7Sobre mim pesa a tua ira;

tu me abates

com todas as tuas ondas.

8Afastaste de mim

os meus conhecidos

e me fizeste objeto de abominação

para com eles;

estou preso e não vejo como sair.

9Os meus olhos desfalecem

de aflição;

dia após dia,

venho clamando a ti, Senhor,

e a ti levanto as minhas mãos.

10Será que farás maravilhas

para os mortos?

Ou será que os finados

se levantarão para te louvar?

11A tua bondade será anunciada

na sepultura?

A tua fidelidade, nos abismos?

12Acaso nas trevas se manifestam

as tuas maravilhas?

E a tua justiça,

na terra do esquecimento?

13Mas eu, Senhor,

clamo a ti por socorro,

e de madrugada dirijo a ti

a minha oração.

14Por que rejeitas, Senhor,

a minha alma

e ocultas de mim o teu rosto?

15Ando aflito e prestes a morrer

desde moço;

sob o peso dos teus terrores,

estou desorientado.

16Sobre mim passou a tua ira;

os teus terrores acabaram comigo.

17O dia todo eles me rodeiam

como água;

a um tempo me circundam.

18Para longe de mim afastaste

os amigos e companheiros;

os meus conhecidos

agora são as trevas.

Salmos 88NAAAbrir na Bíblia
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