Sociedade Bíblica do Brasil
Sociedade Bíblica do Brasil

Plano de leitura da Bíblia – dia 33

Texto(s) da Bíblia

A crucificação de Jesus

26E, enquanto o conduziam, eles agarraram um cireneu, chamado Simão, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz sobre os ombros, para que a levasse após Jesus.

27Uma grande multidão de povo o seguia, e também mulheres que batiam no peito e o lamentavam. 28Porém Jesus, voltando-se para elas, disse:

— Filhas de Jerusalém, não chorem por mim; chorem antes por vocês mesmas e por seus filhos! 29Porque virão dias em que se dirá: “Bem-aventuradas as estéreis, que não geraram, nem amamentaram.” 30Nesses dias, dirão aos montes: “Caiam em cima de nós!” E às colinas: “Cubram-nos!” 31Porque, se isto é feito com a madeira verde, o que será da madeira seca?

32E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com Jesus.

33Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à sua direita, outro à sua esquerda. 34Mas Jesus dizia:

— Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.

Então, para repartir as roupas dele, lançaram sortes. 35O povo estava ali e observava tudo. Também as autoridades zombavam e diziam:

— Salvou os outros. Que salve a si mesmo, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido.

36Igualmente os soldados zombavam dele e, aproximando-se, trouxeram-lhe vinagre, dizendo:

37— Se você é o rei dos judeus, salve a si mesmo.

38Acima de Jesus estava a seguinte inscrição: “Este é o Rei dos Judeus”.

Os dois malfeitores

39Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra Jesus, dizendo:

— Você não é o Cristo? Salve a si mesmo e a nós também.

40Porém o outro malfeitor o repreendeu, dizendo:

— Você nem ao menos teme a Deus, estando sob igual sentença? 41A nossa punição é justa, porque estamos recebendo o castigo que os nossos atos merecem; mas este não fez mal nenhum.

42E acrescentou:

— Jesus, lembre-se de mim quando você vier no seu Reino.

43Jesus lhe respondeu:

— Em verdade lhe digo que hoje você estará comigo no paraíso.

A morte de Jesus

44Já era quase meio-dia, e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até as três horas da tarde. 45E o véu do santuário se rasgou pelo meio. 46Então Jesus clamou em alta voz:

— Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!

E, dito isto, expirou.

47O centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo:

— Verdadeiramente este homem era justo.

48E todas as multidões reunidas para aquele espetáculo, vendo o que havia acontecido, retiraram-se, batendo no peito. 49Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia ficaram de longe, contemplando estas coisas.

O sepultamento de Jesus

50E eis que havia um homem, chamado José, membro do Sinédrio, homem bom e justo, 51que não tinha concordado com o plano e a ação dos outros; era natural de Arimateia, cidade dos judeus, e esperava o Reino de Deus. 52Ele foi até Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. 53E, tirando-o da cruz, envolveu-o num lençol de linho e o depositou num túmulo aberto numa rocha, onde ninguém havia sido sepultado ainda. 54Era o dia da preparação, e o sábado estava para começar. 55As mulheres que tinham vindo com Jesus desde a Galileia seguiram José e viram o túmulo e como o corpo foi colocado ali. 56Então se retiraram para preparar óleos aromáticos e perfumes.

E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento.

Lucas 23:26-56NAAAbrir na Bíblia

Os irmãos de José vão ao Egito

1Quando Jacó soube que havia mantimento no Egito, disse a seus filhos:

— Por que vocês estão aí olhando uns para os outros?

2E acrescentou:

— Ouvi dizer que há cereais no Egito. Vão até lá e comprem cereais, para que vivamos e não morramos.

3Então dez dos irmãos de José foram, para comprar cereal do Egito. 4Mas Jacó não enviou Benjamim, o irmão de José, na companhia dos irmãos, porque dizia: “E se lhe acontecer algum desastre?” 5Entre os que iam, pois, para lá, foram também os filhos de Israel, pois havia fome na terra de Canaã.

6José era governador daquela terra; era ele quem vendia a todos os povos da terra. Os irmãos de José vieram e se prostraram com o rosto em terra, diante dele. 7Quando José viu os seus irmãos, reconheceu-os, porém não se deu a conhecer. Foi ríspido com eles e lhes perguntou:

— De onde vocês vêm?

Responderam:

— Da terra de Canaã, para comprar mantimento.

8José reconheceu os irmãos, mas eles não o reconheceram. 9Então José se lembrou dos sonhos que teve a respeito deles e lhes disse:

— Vocês são espiões e vieram para ver os pontos fracos da terra.

10Eles responderam:

— Não, meu senhor. Estes seus servos vieram só para comprar mantimento. 11Somos todos filhos de um mesmo homem; somos homens honestos; estes seus servos não são espiões.

12Ele, porém, lhes respondeu:

— Nada disso! Pelo contrário, vocês vieram para ver os pontos fracos da terra.

13Eles disseram:

— Nós, seus servos, somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã. O mais novo está hoje com o nosso pai, outro já não existe.

14Então José lhes disse:

— É como já falei: vocês são espiões. 15Nisto vocês serão provados: juro pela vida de Faraó que vocês não sairão daqui, sem que primeiro venha o irmão mais novo de vocês. 16Enviem um de vocês, que busque o seu irmão. Vocês ficarão detidos para que sejam provadas as palavras de vocês, se há verdade no que dizem; ou se não, juro pela vida de Faraó que vocês são espiões.

17E deixou todos presos por três dias. 18No terceiro dia, José lhes disse:

— Façam o seguinte e viverão, pois temo a Deus. 19Se são homens honestos, que um de vocês fique detido aqui onde estão presos; os outros podem ir, levando cereal para matar a fome das suas famílias. 20E tragam-me o seu irmão mais novo, com o que serão verificadas as palavras de vocês, e vocês não morrerão.

E eles se dispuseram a fazê-lo. 21Então disseram entre si:

— Na verdade, estamos sendo castigados por causa de nosso irmão, pois vimos a angústia de sua alma, quando nos pedia, e não lhe demos ouvidos; por isso, nos sobrevém agora esta ansiedade.

22Rúben respondeu-lhes:

— Não é verdade que eu disse: “Não pequem contra o jovem”? Mas vocês não quiseram me ouvir. Pois agora estão vendo que o sangue dele está sendo requerido de nós.

23Eles, porém, não sabiam que José os entendia, porque lhes falava por meio de um intérprete. 24E, retirando-se deles, José chorou. Depois, voltando para junto deles, lhes falou outra vez. Escolheu Simeão e o algemou na presença deles.

Os irmãos de José regressam do Egito

25José ordenou que lhes enchessem de cereal os sacos, e lhes restituíssem o dinheiro, a cada um no saco de cereal, e os suprissem de comida para o caminho. E assim foi feito. 26E carregaram o cereal sobre os seus jumentos e partiram dali. 27Quando um deles abriu o saco de cereal, para dar de comer ao seu jumento na estalagem, encontrou o dinheiro na boca do saco de cereal. 28Então disse aos irmãos:

— Devolveram o meu dinheiro. Está aqui na boca do saco de cereal.

O coração dos irmãos se encheu de medo, e, tremendo, entreolhavam-se, dizendo:

— O que é isto que Deus nos fez?

29E vieram para Jacó, seu pai, na terra de Canaã, e lhe contaram tudo o que lhes havia acontecido, dizendo:

30— O homem, o senhor da terra, falou conosco de maneira ríspida e nos tratou como espiões da terra. 31Dissemos a ele: “Somos homens honestos e não espiões. 32Somos doze irmãos, filhos de um mesmo pai; um já não existe, e o mais novo está hoje com o nosso pai na terra de Canaã.” 33Então o homem, o senhor da terra, respondeu: “Nisto saberei que vocês são homens honestos: deixem comigo um de seus irmãos, peguem o cereal para remediar a fome de suas casas e vão embora. 34Mas tragam-me o seu irmão mais novo. Assim saberei que vocês não são espiões, mas homens honestos. Então entregarei o irmão de vocês, e vocês poderão negociar na terra.”

35Aconteceu que, quando foram despejar o cereal que havia nos sacos, cada um tinha a sua trouxinha de dinheiro no saco de cereal. Ao ver as trouxinhas com o dinheiro, eles e o seu pai ficaram com medo. 36Então Jacó, o pai deles, disse:

— Vocês vão me deixar sem filhos. José se foi. Simeão se foi. Agora querem levar Benjamim! Todas essas coisas acontecem contra mim.

37Mas Rúben disse a seu pai:

— O senhor pode matar os meus dois filhos, se eu não trouxer Benjamim de volta. Deixe que eu tome conta dele, e o trarei de volta para o senhor.

38Mas Jacó respondeu:

— O meu filho não irá com vocês. O irmão dele está morto, e ele é o único que ficou. Se lhe acontece algum desastre no caminho, vocês farão descer os meus cabelos brancos com tristeza à sepultura.

Gênesis 42NAAAbrir na Bíblia

Louvor ao Criador e Senhor

1Exultem no Senhor, ó justos!

Aos que são retos

fica bem louvá-lo.

2Louvem o Senhor com harpa,

louvem-no com cânticos

na lira de dez cordas.

3Cantem-lhe um cântico novo,

toquem com arte e com júbilo.

4Porque a palavra do Senhor

é reta,

e todo o seu proceder é fiel.

5Ele ama a justiça e o direito;

a terra está cheia

da bondade do Senhor.

6Os céus por sua palavra

se fizeram,

e, pelo sopro de sua boca,

o exército deles.

7Ele ajunta em montão

as águas do mar;

e em reservatório

encerra os abismos.

8Que toda a terra tema o Senhor,

que tremam

todos os habitantes do mundo.

9Pois ele falou, e tudo se fez;

ele ordenou,

e tudo passou a existir.

10O Senhor frustra

os planos das nações

e anula os intentos dos povos.

11O plano do Senhor

dura para sempre;

os intentos do seu coração,

por todas as gerações.

12Feliz a nação

cujo Deus é o Senhor,

e o povo que ele escolheu

para a sua herança.

13O Senhor olha dos céus

e vê todos os filhos dos homens;

14do lugar de sua morada, observa

todos os moradores da terra,

15ele, que forma o coração

de todos eles,

que contempla

todas as suas obras.

16Não há rei que se salve

com o poder dos seus exércitos;

nem por sua muita força

se livra o valente.

17O cavalo não garante a vitória;

apesar de sua grande força,

a ninguém pode livrar.

18Eis que os olhos do Senhor

estão sobre os que o temem,

sobre os que esperam

na sua misericórdia,

19para livrar a alma deles

da morte,

e, no tempo da fome,

conservar-lhes a vida.

20Nossa alma espera no Senhor,

nosso auxílio e escudo.

21Nele, o nosso coração se alegra,

pois confiamos no seu santo nome.

22Seja sobre nós, Senhor,

a tua misericórdia,

como de ti esperamos.

Salmos 33NAAAbrir na Bíblia
Sociedade Bíblica do Brasilv.4.19.1
SIGA A SBB: