Sociedade Bíblica do Brasil
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Plano de leitura da Bíblia – dia 284

Texto(s) da Bíblia

As duas testemunhas

1Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito:

— Levante-se e vá medir o santuário de Deus, o altar, e os que adoram no santuário. 2Mas deixe de lado o átrio exterior do santuário e não o meça, porque esse átrio foi dado aos gentios, que, por quarenta e dois meses, pisarão a cidade santa. 3Darei autoridade às minhas duas testemunhas para que profetizem durante mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco.

4São estas as duas oliveiras e os dois candelabros que estão em pé diante do Senhor da terra. 5Se alguém pretende causar-lhes dano, da boca dessas testemunhas sai fogo e devora os inimigos; sim, se alguém pretender causar-lhes dano, certamente deve morrer. 6Elas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova durante os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para transformá-las em sangue, bem como para ferir a terra com todo tipo de flagelos, tantas vezes quantas quiserem.

7Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo fará guerra contra elas; a besta vencerá e matará as testemunhas. 8E os seus cadáveres ficarão estirados na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado. 9Então, muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações contemplarão os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio, e não permitirão que esses cadáveres sejam sepultados. 10Os que habitam sobre a terra se alegrarão por causa da morte dessas duas testemunhas, realizarão festas e enviarão presentes uns aos outros, porque esses dois profetas atormentaram os que moram sobre a terra.

11Mas, depois dos três dias e meio, entrou neles um espírito de vida vindo da parte de Deus, e eles se ergueram sobre os pés, e aqueles que os viram ficaram com muito medo. 12E as duas testemunhas ouviram uma voz forte vinda do céu, dizendo-lhes:

— Subam para cá.

E subiram ao céu numa nuvem, e os seus inimigos as contemplaram. 13Naquela hora, houve grande terremoto, e ruiu a décima parte da cidade. Nesse terremoto, morreram sete mil pessoas. As outras pessoas ficaram aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu.

14Passou o segundo ai. Eis que, sem demora, vem o terceiro ai.

A sétima trombeta

15O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu vozes fortes, dizendo:

“O reino do mundo se tornou

de nosso Senhor

e do seu Cristo,

e ele reinará

para todo o sempre.”

16E os vinte e quatro anciãos que estavam sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus, 17dizendo:

“Graças te damos, Senhor Deus,

Todo-Poderoso,

que és e que eras,

porque assumiste

o teu grande poder

e passaste a reinar.

18Na verdade, as nações

se enfureceram;

chegou, porém, a tua ira,

e o tempo determinado

para serem julgados os mortos,

para se dar o galardão

aos teus servos, os profetas,

aos santos e aos que temem

o teu nome,

tanto aos pequenos

como aos grandes,

e para destruíres

os que destroem a terra.”

19Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da sua aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e forte chuva de granizo.

Apocalipse 11NAAAbrir na Bíblia

O banquete de Assuero

1Isto aconteceu nos dias de Assuero, o Assuero que reinou sobre cento e vinte e sete províncias, desde a Índia até a Etiópia. 2Naqueles dias, quando Assuero reinava na cidadela de Susã, 3no terceiro ano do seu reinado, deu um banquete a todos os seus oficiais e servidores. O exército da Pérsia e da Média, bem como os nobres e os governadores das províncias estavam presentes. 4Então Assuero mostrou as riquezas da glória do seu reino e o esplendor da sua excelente grandeza durante muitos dias, durante cento e oitenta dias.

5Passados esses dias, o rei deu um banquete a todo o povo que estava na cidadela de Susã, tanto para os maiores como para os menores, durante sete dias, no pátio do jardim do palácio real. 6Havia cortinas de algodão, brancas e azuis, amarradas com cordões de linho e de púrpura a argolas de prata e a colunas de alabastro. A armação dos leitos era de ouro e de prata, sobre um piso de pórfiro, de mármore, de alabastro e de pedras preciosas. 7A bebida era servida em taças de ouro, de vários tipos, e havia muito vinho real, graças à generosidade do rei. 8Bebiam sem restrições, como estava prescrito, pois o rei havia ordenado a todos os oficiais da sua casa que fizessem segundo a vontade de cada um. 9Também a rainha Vasti deu um banquete às mulheres no palácio do rei Assuero.

A rainha Vasti desafia o rei Assuero

10No sétimo dia, quando o seu coração já estava alegre por causa do vinho, o rei Assuero ordenou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete eunucos que serviam na presença dele, 11que trouxessem à sua presença a rainha Vasti, com a coroa real. Ele queria mostrar aos povos e aos príncipes a beleza dela, pois ela era muito bonita. 12Porém a rainha Vasti se recusou a atender a ordem do rei, transmitida por meio dos eunucos. Diante disso, o rei muito se enfureceu e se inflamou de raiva.

13Então o rei consultou os sábios que entendiam dos tempos, porque era seu costume fazer isso na presença de todos os que conheciam a lei e o direito. 14E os mais chegados a ele eram: Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena e Memucã, os sete príncipes dos persas e dos medos, que tinham acesso direto ao rei e se assentavam como principais no reino. 15Ele perguntou:

— Segundo a lei, o que se deve fazer à rainha Vasti, por não haver cumprido a ordem do rei Assuero, transmitida por meio dos eunucos?

16Então Memucã disse na presença do rei e dos príncipes:

— A rainha Vasti não somente ofendeu o rei, mas também todos os príncipes e todos os povos de todas as províncias do rei Assuero. 17Porque a notícia do que a rainha fez chegará a todas as mulheres, de modo que desprezarão o seu marido, dizendo: “O rei Assuero mandou que a rainha Vasti fosse trazida à sua presença, mas ela não foi.” 18Hoje mesmo, as princesas da Pérsia e da Média, ao ouvirem o que a rainha fez, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei. E assim haverá muito desprezo e indignação. 19Se for do agrado do rei, que ele baixe um decreto real, e que se inscreva nas leis dos persas e dos medos e não se revogue, que Vasti fica proibida de comparecer à presença do rei Assuero. E que o rei dê o reino dela a outra que seja melhor do que ela. 20Quando este decreto do rei for proclamado em todo o seu reino, que é tão vasto, todas as mulheres darão honra a seu marido, tanto ao mais importante como ao menos importante.

21O conselho agradou tanto ao rei como aos príncipes; e o rei fez o que Memucã havia sugerido. 22Enviou cartas a todas as províncias do reino, a cada província segundo o seu modo de escrever e a cada povo segundo a sua língua: que cada homem fosse senhor em sua casa, e que se falasse a língua do seu povo.

Ester 1NAAAbrir na Bíblia

Deus e o seu povo

1Deem graças ao Senhor,

invoquem o seu nome;

tornem conhecidos entre os povos

os seus feitos.

2Cantem a Deus,

cantem louvores a ele;

falem de todas as suas maravilhas.

3Gloriem-se no seu santo nome;

alegre-se o coração

dos que buscam o Senhor.

4Busquem o Senhor e o seu poder;

busquem continuamente

a sua presença.

5Lembrem-se das maravilhas

que ele fez,

dos seus prodígios e dos juízos

de seus lábios,

6vocês, descendentes de Abraão,

seu servo,

vocês, filhos de Jacó,

seus escolhidos.

7Ele é o Senhor, nosso Deus;

os seus juízos permeiam

toda a terra.

8Lembra-se perpetuamente

da sua aliança,

da palavra que empenhou

para mil gerações;

9da aliança que fez com Abraão

e do juramento que fez a Isaque;

10o qual confirmou a Jacó

por decreto

e a Israel por aliança perpétua,

11dizendo: “Eu lhe darei

a terra de Canaã

como porção da sua herança.”

12Quando eles eram

em pequeno número,

pouquíssimos e estrangeiros

na terra de Canaã;

13quando andavam

de nação em nação,

de um reino para outro reino,

14Deus não permitiu

que ninguém os oprimisse,

e, por amor deles, repreendeu reis,

15dizendo: “Não toquem

nos meus ungidos,

nem maltratem os meus profetas.”

16Deus fez vir fome sobre a terra

e cortou os meios de se obter pão.

17Adiante deles enviou um homem,

José, que foi vendido

como escravo.

18Apertaram os seus pés

com correntes

e puseram uma coleira de ferro

no seu pescoço,

19até cumprir-se a profecia

a respeito dele,

e tê-lo provado

a palavra do Senhor.

20O rei mandou soltá-lo;

o dominador dos povos o pôs

em liberdade.

21Constituiu-o senhor de sua casa

e administrador de tudo

o que possuía,

22para, como bem quisesse,

sujeitar os seus príncipes

e ensinar a sabedoria

aos seus anciãos.

23Então Israel entrou no Egito,

e Jacó peregrinou na terra de Cam.

24Deus fez sobremodo fecundo

o seu povo

e o tornou mais forte

do que os seus opressores.

25Mudou o coração dos egípcios

para que odiassem o seu povo

e usassem de astúcia

para com os seus servos.

Salmos 105:1-25NAAAbrir na Bíblia
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