Sociedade Bíblica do Brasil
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Plano de leitura da Bíblia – dia 268

Texto(s) da Bíblia

1Vejam que grande amor o Pai nos tem concedido, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. 2Amados, agora somos filhos de Deus, mas ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é. 3E todo o que tem essa esperança nele purifica a si mesmo, assim como ele é puro. 4Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. 5E vocês sabem que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado. 6Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu.

Os filhos de Deus e os filhos do diabo

7Filhinhos, não se deixem enganar por ninguém. Aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. 8Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.

9Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado, porque nele permanece a semente divina; esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. 10Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica a justiça não procede de Deus, e o mesmo vale para aquele que não ama o seu irmão.

O amor aos irmãos

11Porque a mensagem que vocês ouviram desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros. 12Não sejamos como Caim, que era do Maligno e matou o seu irmão. E por que o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão eram justas.

13Irmãos, não se admirem se o mundo odeia vocês. 14Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama permanece na morte. 15Todo aquele que odeia o seu irmão é assassino, e vocês sabem que todo assassino não tem a vida eterna permanente em si. 16Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; portanto, também nós devemos dar a nossa vida pelos irmãos. 17Ora, se alguém possui recursos deste mundo e vê seu irmão passar necessidade, mas fecha o coração para essa pessoa, como pode permanecer nele o amor de Deus? 18Filhinhos, não amemos de palavra, nem da boca para fora, mas de fato e de verdade.

19E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, diante dele, tranquilizaremos o nosso coração. 20Pois, se o nosso coração nos acusar, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. 21Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; 22e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável. 23E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou. 24Quem guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus permanece nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.

1João 3NAAAbrir na Bíblia

O reinado de Joacaz, de Judá

2Rs 23.31-34

1O povo da terra tomou Joacaz, filho de Josias, e o fez rei em lugar de seu pai, em Jerusalém. 2Joacaz tinha vinte e três anos de idade quando começou a reinar e reinou três meses em Jerusalém. 3Porém o rei do Egito o depôs em Jerusalém e impôs à terra um tributo de três mil e quatrocentos quilos de prata e trinta e quatro quilos de ouro. 4O rei do Egito colocou Eliaquim, irmão de Joacaz, como rei sobre Judá e Jerusalém e mudou o nome dele para Jeoaquim. Mas Neco levou Joacaz, irmão de Eliaquim, para o Egito.

O reinado de Jeoaquim, de Judá

2Rs 23.36—24.6

5Jeoaquim tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. Fez o que era mau aos olhos do Senhor, seu Deus. 6Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio contra ele, amarrou-o com correntes de bronze, para levá-lo para a Babilônia. 7Nabucodonosor levou também alguns dos utensílios da Casa do Senhor para a Babilônia, onde os colocou no seu templo.

8Quanto aos demais atos de Jeoaquim, às abominações que cometeu e ao mais que se achou nele, está tudo escrito no Livro da História dos Reis de Israel e de Judá. E Joaquim, seu filho, reinou em seu lugar.

O reinado de Joaquim, de Judá

2Rs 24.8-9

9Joaquim tinha dezoito anos de idade quando começou a reinar e reinou três meses e dez dias em Jerusalém. Joaquim fez o que era mau aos olhos do Senhor. 10Na primavera do ano, o rei Nabucodonosor mandou levá-lo para a Babilônia, com os mais preciosos utensílios da Casa do Senhor. E constituiu Zedequias, irmão de Joaquim, rei sobre Judá e Jerusalém.

O reinado de Zedequias, de Judá

2Rs 24.18-19

11Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. 12Zedequias fez o que era mau aos olhos do Senhor, seu Deus, e não se humilhou diante do profeta Jeremias, que falava da parte do Senhor. 13Também se rebelou contra o rei Nabucodonosor, que o tinha obrigado a jurar fidelidade em nome de Deus. Foi teimoso e tanto endureceu o seu coração, que não voltou ao Senhor, Deus de Israel. 14Também todos os chefes dos sacerdotes e o povo aumentavam mais e mais as suas transgressões, segundo todas as abominações dos gentios. E contaminaram o templo que o Senhor tinha santificado em Jerusalém.

15O Senhor, Deus de seus pais, sempre de novo falou-lhes por meio dos seus mensageiros, porque teve compaixão do seu povo e da sua própria morada. 16Mas eles zombaram dos mensageiros de Deus, desprezaram as palavras dele e debocharam dos seus profetas, até que a ira do Senhor veio sobre o seu povo, e não houve mais remédio.

O cativeiro de Judá

2Rs 25.8-12; Jr 39.8-10; 52.12-16

17Por isso, o Senhor trouxe contra eles o rei dos caldeus, que matou os seus jovens à espada, na casa do santuário deles. Não teve piedade nem dos jovens nem das moças, nem dos adultos nem dos velhos; entregou todos nas mãos do rei dos caldeus. 18Todos os utensílios da Casa de Deus, grandes e pequenos, os tesouros da Casa do Senhor e os tesouros do rei e dos seus príncipes, tudo ele levou para a Babilônia. 19Os caldeus queimaram a Casa de Deus e derrubaram a muralha de Jerusalém. Queimaram todos os seus palácios, destruindo também todos os seus objetos de valor. 20Os que escaparam da espada, a esses ele levou para a Babilônia, onde se tornaram escravos dele e de seus filhos, até o tempo do reino da Pérsia. 21Isto aconteceu para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, até que a terra desfrutasse dos seus sábados. Durante todos os dias da sua desolação a terra repousou, até que os setenta anos se cumpriram.

O decreto de Ciro

Ed 1.1-4

22No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, o Senhor despertou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, que ordenou que se proclamasse em todo o seu reino e que se pusesse por escrito o seguinte:

23“Assim diz Ciro, rei da Pérsia:

O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar um templo em Jerusalém, que fica em Judá. Aquele dentre vocês que for do seu povo, que suba a Jerusalém, e o Senhor, seu Deus, esteja com ele.”

2Crônicas 36NAAAbrir na Bíblia

Livro IV

Salmos 90—106

A eternidade de Deus e a transitoriedade do ser humano

Oração de Moisés, homem de Deus

1Senhor, tu tens sido

o nosso refúgio,

de geração em geração.

2Antes que os montes nascessem

e tu formasses a terra e o mundo,

de eternidade a eternidade,

tu és Deus.

3Tu reduzes o ser humano ao pó

e dizes: “Voltem ao pó,

filhos dos homens.”

4Pois mil anos, aos teus olhos,

são como o dia de ontem que se foi

e como a vigília da noite.

5Tu os arrastas na torrente;

são como um sono.

São como a relva que floresce

de madrugada;

6de madrugada, viceja e floresce;

à tarde, murcha e seca.

7Pois somos consumidos

pela tua ira

e pelo teu furor, conturbados.

8Puseste as nossas iniquidades

diante de ti

e, sob a luz do teu rosto,

os nossos pecados ocultos.

9Pois todos os nossos dias

se passam na tua ira;

acabam-se os nossos anos

como um breve pensamento.

10Os dias da nossa vida

sobem a setenta anos

ou, em havendo vigor, a oitenta;

neste caso, o melhor deles

é canseira e enfado,

porque tudo passa rapidamente,

e nós voamos.

11Quem conhece

o poder da tua ira?

E a tua cólera, segundo o temor

que te é devido?

12Ensina-nos a contar

os nossos dias,

para que alcancemos

coração sábio.

13Volta-te, Senhor!

Até quando estarás indignado?

Tem compaixão dos teus servos.

14Sacia-nos de manhã

com a tua bondade,

para que cantemos de júbilo

e nos alegremos

todos os nossos dias.

15Alegra-nos por tantos dias

quantos nos tens afligido,

por tantos anos

quantos suportamos

a adversidade.

16Aos teus servos apareçam

as tuas obras,

e a seus filhos, a tua glória.

17Seja sobre nós a graça do Senhor,

nosso Deus;

confirma sobre nós

as obras das nossas mãos,

sim, confirma

a obra das nossas mãos.

Salmos 90NAAAbrir na Bíblia
Sociedade Bíblica do Brasilv.4.19.1
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