Sociedade Bíblica do Brasil
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Plano de leitura da Bíblia – dia 18

Texto(s) da Bíblia

A cura de um hidrópico

1Num sábado, ao entrar Jesus na casa de um dos principais fariseus para tomar uma refeição, eles o estavam observando. 2E eis que diante dele se achava um homem hidrópico. 3Então Jesus, dirigindo-se aos intérpretes da Lei e aos fariseus, perguntou:

— É ou não é lícito curar no sábado?

4Eles, porém, não disseram nada. Então Jesus pegou na mão daquele homem, curou-o e o mandou embora. 5A seguir, Jesus lhes perguntou:

— Quem de vocês, se o filho ou o boi cair num poço, não irá tirá-lo imediatamente, mesmo em dia de sábado?

6A isto nada puderam responder.

Os primeiros lugares

7Reparando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, Jesus contou-lhes uma parábola:

8— Quando alguém convidá-lo para um casamento, não sente no lugar de honra, pois pode haver um convidado mais importante do que você. 9Então aquele que convidou os dois dirá a você: “Dê o lugar a este aqui.” Então você irá, envergonhado, ocupar o último lugar. 10Pelo contrário, quando alguém convidá-lo, vá sentar no último lugar, para que, quando vier aquele que o convidou, diga a você: “Amigo, venha sentar num lugar melhor.” Isso será uma honra para você diante de todos os demais convidados. 11Porque todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado.

12Depois Jesus disse ao que o havia convidado:

— Quando você der um jantar ou uma ceia, não convide os seus amigos, nem os seus irmãos, nem os seus parentes, nem os vizinhos ricos; para não acontecer que eles retribuam o convite e você seja recompensado. 13Pelo contrário, ao dar um banquete, convide os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos, 14e você será bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensá-lo. A sua recompensa você receberá na ressurreição dos justos.

A parábola da grande ceia

15Ao ouvir tais palavras, um dos que estavam à mesa com Jesus lhe disse:

— Bem-aventurado aquele que participar do banquete no Reino de Deus.

16Jesus, porém, respondeu:

— Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos. 17À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: “Venham, porque tudo já está preparado.” 18Mas todos eles, um por um, começaram a apresentar desculpas. O primeiro disse: “Comprei um campo e preciso ir vê-lo; peço que me desculpe.” 19Outro disse: “Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; peço que me desculpe.” 20E outro disse: “Casei-me e, por isso, não posso ir.”

21— O servo voltou e contou tudo ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: “Saia depressa para as ruas e becos da cidade e traga para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.” 22Mais tarde, o servo lhe disse: “Patrão, já fiz o que o senhor mandou, e ainda há lugar.” 23Então o senhor disse ao servo: “Saia pelos caminhos e atalhos e obrigue todos a entrar, para que a minha casa fique cheia. 24Porque digo a vocês que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.”

Lucas 14:1-24NAAAbrir na Bíblia

Descendentes de Abraão e Quetura

1Cr 1.32-33

1Abraão casou com outra mulher, que se chamava Quetura. 2Ela lhe deu à luz Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Sua. 3Jocsã gerou Seba e Dedã. Os filhos de Dedã foram: Assurim, Letusim e Leumim. 4Os filhos de Midiã foram: Efá, Éfer, Enoque, Abida e Elda. Todos estes foram filhos de Quetura.

5Abraão deu tudo o que tinha a Isaque. 6Porém, aos filhos das concubinas que tinha, Abraão deu presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra do Oriente.

A morte de Abraão

7Os dias da vida de Abraão foram cento e setenta e cinco anos. 8Abraão expirou e morreu após uma longa velhice, e foi reunido ao seu povo. 9Os filhos dele, Isaque e Ismael, o sepultaram na caverna de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, o heteu, em frente de Manre, 10o campo que Abraão havia comprado dos filhos de Hete. Ali foram sepultados Abraão e Sara, sua mulher.

11Depois da morte de Abraão, Deus abençoou Isaque, o filho dele. Isaque morava perto de Beer-Laai-Roi.

Descendentes de Ismael

1Cr 1.28-31

12São estas as gerações de Ismael, filho de Abraão, que Agar, egípcia, serva de Sara, lhe deu à luz. 13Estes são os nomes dos filhos de Ismael, por ordem de nascimento: o primogênito de Ismael foi Nebaiote; depois, Quedar, Abdeel, Mibsão, 14Misma, Dumá, Massá, 15Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá. 16Estes são os filhos de Ismael e estes são os seus nomes pelas suas aldeias e pelos seus acampamentos: doze príncipes de seus povos. 17E os anos da vida de Ismael foram cento e trinta e sete; e morreu e foi reunido ao seu povo. 18Os filhos de Ismael habitaram desde Havilá até Sur, nas imediações do Egito, no caminho para a Assíria. Ele se estabeleceu diante de todos os seus irmãos.

Descendentes de Isaque

19São estas as gerações de Isaque, filho de Abraão. Abraão gerou Isaque. 20Ele tinha quarenta anos quando tomou por esposa Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, o arameu.

21Isaque orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéril. O Senhor ouviu as orações dele, e Rebeca, a mulher de Isaque, ficou grávida. 22Os filhos lutavam no ventre dela. Então ela disse: “Por que isso está acontecendo comigo?” E ela foi consultar o Senhor. 23E o Senhor lhe respondeu:

“Duas nações estão no seu ventre,

dois povos, nascidos de você,

se dividirão:

um povo será mais forte

do que o outro,

e o mais velho

servirá o mais moço.”

24Cumpridos os dias para que desse à luz, eis que havia gêmeos no seu ventre. 25Nasceu o primeiro, ruivo, todo revestido de pelo; por isso, deram-lhe o nome de Esaú. 26Depois, nasceu o irmão. Com a mão segurava o calcanhar de Esaú, e por isso lhe deram o nome de Jacó. Isaque tinha sessenta anos quando Rebeca deu à luz.

Esaú vende o seu direito de primogenitura

27Cresceram os meninos. Esaú tornou-se perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, era homem pacato e morava em tendas. 28Isaque amava Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava Jacó.

29Jacó tinha feito um ensopado, quando Esaú, exausto, veio do campo 30e lhe disse:

— Por favor, me deixe comer um pouco da coisa vermelha, essa coisa vermelha aí, pois estou exausto. (Por isso deram-lhe o nome de Edom.)

31Jacó respondeu:

— Primeiro me venda o seu direito de primogenitura.

32Ele respondeu:

— Estou morrendo de fome; de que me vale o direito de primogenitura?

33Então Jacó disse:

— Primeiro jure.

Esaú jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó. 34E Jacó deu a Esaú pão e o ensopado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, Esaú desprezou o seu direito de primogenitura.

Gênesis 25NAAAbrir na Bíblia

Cântico de vitória

2Sm 22.1-51

Ao mestre de canto. Salmo de Davi, servo do Senhor, o qual dirigiu ao Senhor as palavras deste cântico, no dia em que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos e das mãos de Saul. Ele disse:

1Eu te amo, ó Senhor,

força minha.

2O Senhor é a minha rocha,

a minha fortaleza,

o meu libertador;

o meu Deus, o meu rochedo

em que me refugio;

o meu escudo,

a força da minha salvação,

o meu alto refúgio.

3Invoco o Senhor,

digno de ser louvado,

e serei salvo dos meus inimigos.

4Laços de morte me cercaram;

torrentes de perdição

me impuseram terror.

5Cadeias infernais me envolveram,

e tramas de morte

me surpreenderam.

6Na minha angústia,

invoquei o Senhor;

gritei por socorro ao meu Deus.

Do seu templo ele ouviu

a minha voz,

e o meu clamor

chegou aos seus ouvidos.

7Então a terra se abalou e tremeu;

vacilaram também os fundamentos

dos montes

e se abalaram, porque Deus

estava irado.

8Das suas narinas subiu fumaça,

e fogo devorador

saiu da sua boca;

dele saíram brasas ardentes.

9Ele baixou os céus e desceu,

e teve sob os pés densa escuridão.

10Cavalgava um querubim e voou;

foi levado sobre as asas

do vento.

11Das trevas fez um manto

em que se ocultou;

escuridão de águas

e espessas nuvens dos céus

eram o seu abrigo.

12Do resplendor

que diante dele havia,

as densas nuvens se desfizeram

em granizo e brasas de fogo.

13O Senhor trovejou nos céus;

o Altíssimo levantou a sua voz,

e houve granizo e brasas de fogo.

14Atirou as suas flechas

e espalhou os meus inimigos;

multiplicou os seus raios

e os dispersou.

15Então se viu o leito das águas,

e se descobriram os fundamentos

do mundo,

pela tua repreensão, Senhor,

pelo sopro impetuoso das tuas narinas.

16Do alto o Senhor me estendeu

a mão e me segurou;

ele me tirou das águas profundas.

17Livrou-me de forte inimigo

e dos que me odiavam,

pois eram mais poderosos do que eu.

18Eles me atacaram no dia

da minha calamidade,

mas o Senhor me serviu

de amparo.

19Trouxe-me

para um lugar espaçoso;

livrou-me,

porque ele se agradou de mim.

20O Senhor me retribuiu

segundo a minha justiça;

recompensou-me

conforme a pureza

das minhas mãos.

21Pois tenho guardado

os caminhos do Senhor

e não me afastei perversamente

do meu Deus.

22Porque todos os seus juízos

estão diante de mim,

e não rejeitei os seus preceitos.

23Também fui íntegro para com ele

e me guardei da iniquidade.

24Por isso, o Senhor me retribuiu

segundo a minha justiça,

conforme a pureza

das minhas mãos,

na sua presença.

25Para com quem é fiel,

fiel te mostras;

com o íntegro, também íntegro.

26Com o puro, puro te mostras;

com o perverso, inflexível.

27Porque tu salvas o povo humilde,

mas os olhos soberbos,

tu os abates.

28Porque fazes resplandecer

a minha lâmpada;

o Senhor, meu Deus,

derrama luz nas minhas trevas.

29Pois contigo posso

atacar exércitos;

com o meu Deus salto muralhas.

30O caminho de Deus é perfeito;

a palavra do Senhor é confiável;

ele é escudo para todos os que

nele se refugiam.

31Pois quem é Deus

além do Senhor?

E quem é rochedo,

a não ser o nosso Deus?

32O Deus que me revestiu de força

e aperfeiçoou o meu caminho,

33ele deu aos meus pés

a ligeireza das corças

e me firmou nas minhas alturas.

34Ele treinou as minhas mãos

para o combate,

tanto que os meus braços

vergaram um arco de bronze.

35Também me deste

o escudo da tua salvação;

a tua mão direita me susteve,

e a tua clemência

me engrandeceu.

36Alargaste o caminho

sob meus passos,

e os meus pés não vacilaram.

37Persegui os meus inimigos

e os alcancei,

e só voltei depois de ter acabado

com eles.

38Esmaguei-os a tal ponto,

que não puderam se levantar;

caíram sob os meus pés.

39Pois me cingiste de força

para o combate

e me submeteste os que

se levantaram contra mim.

40Também puseste em fuga

os meus inimigos,

e os que me odiavam,

eu os exterminei.

41Gritaram por socorro,

mas não houve

quem os salvasse;

clamaram ao Senhor,

mas ele não respondeu.

42Então os reduzi a pó,

o pó que o vento leva;

lancei-os fora

como a lama das ruas.

43Dos conflitos do povo

me livraste

e me fizeste cabeça das nações;

um povo que eu não conhecia

me serviu.

44Bastou-lhe ouvir a minha voz,

logo me obedeceu;

os estrangeiros se mostram

submissos a mim.

45Os estrangeiros fraquejaram

e, tremendo, saíram

das suas fortalezas.

46O Senhor vive!

Bendita seja a minha rocha!

Exaltado seja o Deus

da minha salvação,

47o Deus que por mim

tomou vingança

e me submeteu povos;

48o Deus que me livrou

dos meus inimigos;

sim, tu que me exaltaste

acima dos meus adversários

e me livraste

dos homens violentos.

49Por isso, eu te glorificarei

entre os gentios, ó Senhor,

e cantarei louvores ao teu nome.

50É ele quem dá grandes vitórias

ao seu rei

e usa de misericórdia

para com o seu ungido,

com Davi e sua posteridade,

para sempre.

Salmos 18NAAAbrir na Bíblia
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