Sociedade Bíblica do Brasil
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Plano de leitura da Bíblia – dia 104

Texto(s) da Bíblia

A igreja em oração

23Uma vez soltos, Pedro e João procuraram os irmãos e lhes contaram tudo o que os principais sacerdotes e os anciãos lhes tinham falado. 24Ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a Deus e disseram:

— Tu, Soberano Senhor, fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há! 25Disseste por meio do Espírito Santo, por boca de Davi, nosso pai, teu servo:

“Por que se enfureceram

os gentios,

e os povos imaginaram

coisas vãs?

26Os reis da terra se levantaram,

e as autoridades se juntaram

contra o Senhor

e contra o seu Ungido.”

27— Porque de fato, nesta cidade, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel, se juntaram contra o teu santo Servo Jesus, a quem ungiste, 28para fazerem tudo o que a tua mão e o teu propósito predeterminaram. 29Agora, Senhor, olha para as ameaças deles e concede aos teus servos que anunciem a tua palavra com toda a ousadia, 30enquanto estendes a tua mão para fazer curas, sinais e prodígios por meio do nome do teu santo Servo Jesus.

31Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com ousadia, anunciavam a palavra de Deus.

A comunidade cristã

32Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. 33Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. 34Não havia nenhum necessitado entre eles, porque os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes 35e os depositavam aos pés dos apóstolos; então se distribuía a cada um conforme a sua necessidade.

A oferta de Barnabé

36Então José, a quem os apóstolos chamavam de Barnabé, que quer dizer filho da consolação, um levita natural de Chipre, 37vendeu um campo que possuía, trouxe o dinheiro e o depositou aos pés dos apóstolos.

Atos 4:23-37NAAAbrir na Bíblia

A expiação por morte cujo autor é desconhecido

1— Se na terra que o Senhor, seu Deus, lhes dá para que tomem posse dela, alguém for achado morto, caído no campo, sem que se saiba quem o matou, 2os anciãos e os juízes devem sair e medir a distância entre o morto e as cidades ao redor. 3Os anciãos da cidade mais próxima do morto tomarão uma novilha do rebanho, que ainda não tenha sido usada no trabalho, nem puxado com o jugo, 4e a trarão a um vale de águas correntes, que não foi lavrado, nem semeado; e ali, naquele vale, desnucarão a novilha. 5Então se aproximarão os sacerdotes, filhos de Levi, porque o Senhor, o Deus de vocês, os escolheu para o servirem, para abençoarem em nome do Senhor e, por sua palavra, decidirem toda demanda e todo caso de violência. 6Todos os anciãos dessa cidade mais próxima do morto lavarão as mãos sobre a novilha desnucada no vale 7e dirão: “As nossas mãos não derramaram este sangue, e os nossos olhos não viram quem o derramou. 8Perdoa o teu povo de Israel, que tu, ó Senhor, resgataste, e não ponhas a culpa do sangue inocente no meio do teu povo de Israel.” E a culpa daquele sangue lhe será perdoada. 9Assim vocês eliminarão a culpa do sangue inocente do meio de vocês, pois farão o que é reto aos olhos do Senhor.

A respeito da mulher prisioneira

10— Quando vocês saírem para fazer guerra aos seus inimigos, e o Senhor, seu Deus, os entregar nas suas mãos e vocês fizerem prisioneiros de guerra, 11se algum de vocês vir entre eles uma mulher bonita, gostar dela e quiser tomá-la por esposa, 12deve levá-la para casa, onde ela rapará a cabeça, cortará as unhas, 13e trocará a roupa que estava usando ao ser capturada. Ela permanecerá em casa e ficará de luto pelo pai e pela mãe durante um mês. Depois disto você pode tomá-la; você será o seu marido e ela será a sua mulher. 14E, se você não gostar mais dela, deixe que ela vá para onde quiser. Você não pode vendê-la por dinheiro nem maltratá-la, porque a humilhou.

O direito do primogênito

15— Se um homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem não ama, e as duas lhe derem filhos, e o primogênito for da que ele não ama, 16no dia em que repartir a herança entre os filhos, não poderá dar a primogenitura ao filho da amada, preferindo-o ao filho da que ele não ama e que é de fato o primogênito. 17Pelo contrário, deve reconhecer por primogênito o filho da mulher que ele não ama, dando-lhe dobrada porção de tudo o que possuir, porque aquele é o primogênito do seu vigor; o direito da primogenitura é dele.

A respeito dos filhos desobedientes

18— Se alguém tiver um filho teimoso e rebelde, que não obedece à voz de seu pai nem à voz de sua mãe e, mesmo quando castigado, não lhes dá ouvidos, 19seu pai e sua mãe o pegarão e o levarão aos anciãos da cidade, junto ao portão daquele lugar, 20e dirão: “Este nosso filho é rebelde e teimoso, não dá ouvidos à nossa voz, é comilão e beberrão.” 21Então todos os homens da cidade o apedrejarão até que morra. Assim vocês eliminarão o mal do meio de vocês; todo o Israel ouvirá e temerá.

Os cadáveres devem ser tirados do madeiro

22— Se alguém tiver cometido um pecado que é passível da pena de morte, e tiver sido morto, e vocês o pendurarem num madeiro, 23o seu cadáver não deve permanecer no madeiro durante a noite. É preciso sepultá-lo no mesmo dia, pois o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus. Assim vocês não contaminarão a terra que o Senhor, seu Deus, lhes dá por herança.

Deuteronômio 21NAAAbrir na Bíblia

A respeito do que se perdeu

1— Se você notar que um boi ou uma ovelha de seu compatriota se extraviou, não se omita, mas, sem falta, leve os animais de volta ao dono. 2Se este não for o seu vizinho ou for alguém que você não conhece, leve os animais para casa e fique com eles até que o dono venha buscá-los; então você os entregará a ele. 3Faça o mesmo com o jumento, com a roupa, ou com qualquer outra coisa que o seu compatriota perder e que você achar; você não pode se omitir.

4— Se você enxergar o jumento ou o boi que pertence ao seu compatriota caído no caminho, não se omita; sem falta ajude-o a levantar o animal.

Diversas leis

5— A mulher não deve usar roupa de homem, e o homem não deve vestir roupa de mulher, pois quem faz isso é abominável ao Senhor, seu Deus.

6— Se, no caminho, você encontrar um ninho de ave, em alguma árvore ou no chão, com passarinhos ou ovos, e a mãe sobre os passarinhos ou sobre os ovos, não pegue a mãe com os filhotes. 7Você pode ficar com os filhotes, mas deixe a mãe ir, livremente, para que tudo vá bem com você, e para que você prolongue os seus dias.

8— Quando você construir uma casa nova, faça um parapeito no terraço, para que você não traga culpa de sangue sobre a casa, se alguém de algum modo cair do terraço.

9— Não plante outra semente na sua vinha, para que não se profane toda a produção, tanto da vinha quanto da semente que você plantou.

10— Não lavre a terra com junta de boi e jumento.

11— Não vista roupa feita de pano de lã e linho misturados.

12— Coloque franjas nos quatro cantos do manto que você usa.

Leis a respeito da castidade e do casamento

13— Se um homem casar com uma mulher, e, depois de ter tido relações com ela, passar a odiá-la, 14e lhe atribuir atos vergonhosos, e a difamar, dizendo: “Casei com esta mulher e, quando tive relações com ela, descobri que não era virgem”, 15então o pai e a mãe da moça levarão as provas da virgindade da moça aos anciãos da cidade, junto ao portão. 16O pai da moça dirá aos anciãos: “Dei minha filha por mulher a este homem, porém ele passou a odiá-la. 17Eis que lhe atribuiu atos vergonhosos, dizendo: ‘Descobri que a sua filha não era virgem.’ Mas aqui estão as provas da virgindade de minha filha.” E estenderão a roupa dela diante dos anciãos da cidade, 18os quais pegarão o homem, o açoitarão 19e o condenarão a pagar cem barras de prata ao pai da moça, porque difamou uma virgem de Israel. Ela ficará sendo mulher dele, e ele não poderá mandá-la embora durante a sua vida.

20— Porém, se isso for verdade, ou seja, se ficar provado que a moça não era virgem, 21então a levarão à porta da casa de seu pai, e os homens de sua cidade a apedrejarão até que morra, pois cometeu um ato infame em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai. Assim vocês eliminarão o mal do meio de vocês.

22— Se um homem for encontrado deitado com uma mulher que tem marido, ambos devem ser mortos, o homem que se deitou com a mulher e a mulher. Assim vocês eliminarão o mal de Israel.

23— Se uma moça virgem tiver casamento contratado, e outro homem a encontrar na cidade e tiver relações com ela, 24vocês devem trazer ambos ao portão daquela cidade e apedrejá-los até que morram; a moça, porque não gritou por socorro, estando na cidade, e o homem, porque humilhou a mulher do seu próximo. Assim vocês eliminarão o mal do meio de vocês.

25— Porém, se um homem, no campo, encontrar uma moça que tem casamento contratado, e a forçar, e tiver relações com ela, então morrerá só o homem que teve relações com ela; 26à moça vocês não devem fazer nada; ela não tem culpa de morte, porque este caso é semelhante ao do homem que se levanta contra o seu próximo e lhe tira a vida. 27Pois o homem encontrou a moça no campo; a moça que tinha o casamento contratado gritou, e não houve quem a livrasse.

28— Se um homem encontrar uma moça virgem, que não tem casamento contratado, e a pegar à força, e tiver relações com ela, e eles forem apanhados, 29então o homem que teve relações com ela pagará ao pai da moça cinquenta barras de prata; e, uma vez que a humilhou, terá de recebê-la por esposa; não poderá mandá-la embora durante a sua vida.

30— Nenhum homem terá relações com a sua madrasta e não profanará o leito de seu pai.

Deuteronômio 22NAAAbrir na Bíblia
A brevidade da vida

1“O ser humano, nascido de mulher,

vive breve tempo,

cheio de inquietação.

2Nasce como a flor e murcha;

foge como a sombra

e não permanece.

3Sobre ele abres os teus olhos?

E me fazes entrar em juízo contigo?

4Quem poderá tirar coisa pura

daquilo que é impuro?

Ninguém!

5Visto que os dias do ser humano

estão contados,

o número dos seus meses

está nas tuas mãos;

traçaste limites além dos quais

não passará.

6Desvia dele o teu olhar,

para que tenha repouso,

até que, como o trabalhador,

tenha prazer no seu dia.”

7“Porque há esperança

para a árvore,

pois, mesmo cortada,

voltará a brotar,

e não cessarão os seus rebentos.

8Se as suas raízes

envelhecerem na terra,

e o seu tronco morrer no chão,

9ao cheiro das águas brotará

e dará ramos como a planta nova.

10Mas, se alguém morre,

fica prostrado;

o ser humano expira e para onde vai?”

11“Como as águas do lago

evaporam,

e o rio se esgota e seca,

12assim o ser humano se deita

e não se levanta;

enquanto existirem os céus,

não acordará,

nem será despertado do seu sono.”

Eu esperarei a minha mudança

13“Quem dera me escondesses

na sepultura

e me ocultasses

até que a tua ira passasse!

Quem dera me fixasses um prazo

e depois te lembrasses de mim!

14Quando alguém morre,

será que volta a viver?

Todos os dias da minha luta

esperaria,

até que viesse a minha mudança.

15Tu me chamarias,

e eu te responderia;

terias saudades

da obra das tuas mãos;

16e até contarias os meus passos

e não levarias em conta

os meus pecados.

17A minha transgressão

estaria selada num saco,

e terias encoberto

as minhas iniquidades.”

Tu destróis a esperança humana

18“Mas como o monte

que desmorona e se desfaz,

e a rocha que se move

do seu lugar,

19como as águas gastam as pedras,

e as cheias levam o pó da terra,

assim destróis

a esperança humana.

20Tu prevaleces para sempre

contra o ser humano, e ele passa;

mudas o semblante dele

e o despedes.

21Os seus filhos recebem honras,

e ele não sabe;

são humilhados,

e ele não percebe.

22Ele sente as dores

apenas de seu próprio corpo,

e a sua alma lamenta

apenas por si mesma.”

Sociedade Bíblica do Brasilv.4.19.1
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