Sociedade Bíblica do Brasil

Núcleo SBB de Atendimento Social

Serviço de convivência e fortalecimento de vínculos – Idosos

1. Público-alvo

Idosos – Idade igual ou superior a 60 anos

2. Objetivo geral

  • Complementar o trabalho social com família, prevenindo a ocorrência de situações de risco social e fortalecendo a convivência familiar e comunitária;
  • Prevenir a institucionalização e a segregação de crianças, adolescentes, jovens e idosos, em especial, das pessoas com deficiência, assegurando o direito à convivência familiar e comunitária;
  • Promover acessos a benefícios e serviços socioassistenciais, fortalecendo a rede de proteção social de assistência social nos territórios;
  • Promover acessos a serviços setoriais, em especial das políticas de educação, saúde, cultura, esporte e lazer existentes no território, contribuindo para o usufruto dos usuários aos demais direitos;
  • Oportunizar o acesso às informações sobre direitos e sobre participação cidadã, estimulando o desenvolvimento do protagonismo dos usuários;
  • Possibilitar acessos a experiências e manifestações artísticas, culturais, esportivas e de lazer, com vistas ao desenvolvimento de novas sociabilidades;
  • Favorecer o desenvolvimento de atividades intergeracionais, propiciando trocas de experiências e vivências, fortalecendo o respeito, a solidariedade e os vínculos familiares e comunitários.

3. Objetivos específicos

  • Contribuir para um processo de envelhecimento ativo, saudável e autônomo;
  • Assegurar espaço de encontro para os (as) idosos (as) e encontros intergeracionais de modo a promover a sua convivência familiar e comunitária;
  • Detectar necessidades e motivações e desenvolver potencialidades e capacidades para novos projetos de vida;
  • Propiciar vivências que valorizam as experiências e que estimulem e potencializem a condição de escolher e decidir, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia e protagonismo social dos usuários.

4. Metodologia de trabalho

O Núcleo SBB desenvolve o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos por meio da realização de encontros com os grupos, promovendo atividades organizadas a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos usuários, respeitando o ciclo de vida, complementando o trabalho social com as famílias e promovendo a prevenção de ocorrências de situações de risco social.

Realizamos a intervenção social criando situações desafiadoras, que estimulem e orientem os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais e coletivas, na família e no território. A fim de garantir que os usuários atendidos pelo serviço sejam referenciados do CRAS Engenho Novo promoveremos articulação em rede na busca ativa.

O serviço conta com profissional de comunicação responsável em publicizar as ações do núcleo, criar peças de comunicação em redes sociais, edição de vídeos, registro fotográfico, criação de release e outras ações de comunicação digital referente ao serviço.

Os encontros com os grupos são realizados semanalmente, de segunda e quarta e sexta-feira, no período da manhã. Essa estratégia é importante para garantir a participação dos usuários no serviço e reduzir o isolamento social. O serviço serve lanche para o grupo no início das atividades.

Visando alcançar os objetivos propostos, trabalharemos os seguintes temas como eixos estruturantes de percursos, conforme orientação técnica SCFV para pessoa idosa:

  • Convivência Social - Intergeracionalidade;
  • Direito de Ser - Autonomia e Protagonismo
  • Participação - Envelhecimento Ativo e Saudável;

No intuito de não perder de vista o caráter preventivo e proativo desse serviço que, como os demais serviços de Proteção Social Básica, buscamos nos antecipar às situações de desproteção familiar e àquelas constatadas no âmbito público, oferecendo aos usuários alternativas emancipatórias para o enfrentamento da vulnerabilidade social. Por ser encontros do SCFV situações de convivência para diálogos e fazeres que constituam algumas dessas alternativas. Nessa direção, esses encontros serão um espaço para promover:

  • Processos de valorização/reconhecimento: estratégia que considera as questões e os problemas do outro como procedentes e legítimos;
  • Escuta: estratégia que cria ambiência – segurança, interesse, etc. - para que os usuários relatem ou partilhem suas experiências;
  • Produção coletiva: estratégia que estimula à construção de relações horizontais – de igualdade -, a realização compartilhada, a colaboração;
  • Exercício de escolhas: estratégia que fomenta a responsabilidade e a reflexão sobre as motivações e interesses envolvidos no ato de escolher;
  • Tomada de decisão sobre a própria vida e de seu grupo: estratégia que desenvolve a capacidade de responsabilizar-se, de negociar, de compor, de rever e de assumir uma escolha;
  • Diálogo para a resolução de conflitos e divergências: estratégia que favorece o aprendizado e o exercício de um conjunto de habilidades e capacidades de compartilhamento e engajamento nos processos resolutivos ou restaurativos;
  • Reconhecimento de limites e possibilidades das situações vividas: estratégia que objetiva analisar as situações vividas e explorar variações de escolha, de interesse, de conduta, de atitude, de entendimento do outro;
  • Experiências de escolha e decisão coletivas: estratégia que cria e induz atitudes mais cooperativas a partir da análise da situação, explicitação de desejos, medos e interesses; negociação, composição, revisão de posicionamentos e capacidade de adiar realizações individuais; Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social - SNAS
  • Aprendizado e ensino de forma igualitária: estratégia que permite construir, nas relações, lugares de autoridade para determinadas questões, desconstruindo a perspectiva de autoridade por hierarquias previamente definidas;
  • Reconhecimento e nomeação das emoções nas situações vividas: estratégia que permite aprender e ter domínio sobre os sentimentos e afetações, de modo a enfrentar situações que disparam sentimentos intensos e negativos em indivíduos ou grupos;
  • Reconhecimento e admiração da diferença: estratégia que permite exercitar situações protegidas em que as desigualdades e diversidades podem ser analisadas e problematizadas, permitindo que características, condições e escolhas sejam tomadas em sua raiz de diferença e não a partir de um juízo de valor hegemônico.

Atividade manual
Trabalhamos o desenvolvimento de potencialidades por meio das atividades manuais, apresentando diferentes expressões artísticas com recorte, colagem, pintura, artesanato, modelagem, dobraduras, desenho livre, exploração de formas, cores e sons, possibilitando a ampliação informacional e demonstração de culturas distintas.

Momento de partilhas
Utilizamos a prática partilha individual para o desenvolvimento do respeito pelas diferenças e diversidade, de forma que os usuários analisem e problematizem as suas histórias. Os facilitadores usam diferentes recursos lúdicos para a as partilhas, como materiais e objetos visuais.

Atividade de culinária
Utilizamos o espaço do refeitório para a realização de atividades que explorem a experiência culinária, promovendo a autonomia dos usuários na elaboração de receitas práticas e acessíveis, para que possam compartilhar com a família em momentos de convívio e fortalecimento de vínculos, transformando a prática do preparo de alimentos em um momento divertido.

Exibição de filmes
Exibimos filmes que despertam a reflexão sobre escolhas, atitudes, respeito, enfrentamento à violência, etarismo e a importância da autonomia.

Atividade cultural
Com o objetivo de estimular a participação na vida pública e ocupação de territórios antes não alcançados, a convivência social e comunitária, o desenvolvimento de competências para a compreensão crítica da realidade social e do mundo contemporâneo.

Roda de conversa
Realizamos rodas de conversa abordando temas como identidade, protagonismo, fortalecimento de vínculos familiares, entre outros.

Dinâmicas de grupo
Realizamos dinâmicas de grupo que promovam o exercício de escolhas, fomentando a responsabilidade e a reflexão sobre as motivações e interesses envolvidos no ato de escolher, permitindo que a vivência seja o meio de aprendizado.

Leitura coletiva
Utilizaremos textos com conteúdo informativos, que suscitem a reflexão, para a realização da atividade de leitura coletiva, como os textos do Estatuto da Pessoa Idosa, propiciando o conhecimento sobre seus direitos.

Elaboração de cartazes e murais
Atividades coletivas e colaborativas, como elaboração de cartazes e murais sobre os temas abordados ao longo dos encontros, estimulando o compartilhamento da troca de ideias e sentimentos, desenvolvendo das relações de afetividade, solidariedade e respeito mútuo.

Artes dramáticas
Propor que os usuários se expressem por meio da dramatização, elaborando e apresentando suas próprias histórias. A atividade visa facilitar a coordenação motora, o crescimento pessoal, com a produção coletiva, possibilitando o diálogo para os temas apresentados na dramatização, como conflitos, dinâmica familiar e participação pública.

Encontro intergeracional
Uma vez por mês um encontro intergeracional, promovendo a integração entre os usuários dos diferentes ciclos de vida que participam do Núcleo.

Encontros de famílias
Realizamos encontros quinzenais com os familiares dos usuários, promovendo o fortalecimento de vínculos familiares.

Atendimento socioassistencial e psicossocial
Todas as famílias dos usuários inscritos no serviço são atendidas de forma particularizada pela equipe técnica do Núcleo. Esse atendimento permite o reconhecimento de situações de vulnerabilidade social e de risco.

Visitas domiciliares
As visitas domiciliares acontecem ao longo do ano, visando complementar o reconhecimento de situações de vulnerabilidade social e de risco, permitindo que a equipe técnica trabalhe com as famílias suas potencialidades, prevenindo agravos que levem ao rompimento dos vínculos familiares e sociais.

5. Impacto social esperado

Contribuir para:

  • Redução das ocorrências de situações de vulnerabilidade social;
  • Prevenção da ocorrência de riscos sociais, seu agravamento ou reincidência;
  • Aumento de acessos a serviços socioassistenciais e setoriais;
  • Ampliação do acesso aos direitos socioassistenciais;
  • Melhoria da qualidade de vida dos usuários e suas famílias.
  • Aumento no número de idosos que conheçam as instâncias de denúncia e recurso em casos de violação de seus direitos;
  • Aumento no número de idosos autônomos e participantes na vida familiar e comunitária, com plena informação sobre seus direitos e deveres;
  • Melhoria da condição de sociabilidade de idosos;
  • Redução e Prevenção de situações de isolamento social e de institucionalização.

6. Instrumentos de monitoramento do desenvolvimento do serviço, projeto, programa, benefício junto aos usuários

A Sociedade Bíblica do Brasil tem uma política de aprimoramento permanente de suas ofertas, isso nos permite consolidar o trabalho socioassistencial realizado, desenvolvendo novas abordagens de monitoramento e avaliação.

Pautamos o desenvolvimento desse processo no art. 99 da NOB SUAS.
“O monitoramento do SUAS constitui função inerente à gestão e ao controle social, e consiste no acompanhamento contínuo e sistemático do desenvolvimento dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais em relação ao cumprimento de seus objetivos e metas.”

Para que o monitoramento seja possível utilizaremos os seguintes instrumentais:

  • Lista de presença;
  • Ficha de cadastro;
  • Relatórios descritivos;
  • Pesquisas qualitativas (em formulário físico ou digital);
  • Pesquisas quantitativas (em formulário físico ou digital);
  • Pesquisas de satisfação (em formulário físico ou digital);
  • Fichas para monitoramento da participação;
  • Caixa de opinião;
  • Formulário para coleta de depoimento;
  • Entrevista socioeconômica.
  • Todas as informações acima serão extraídas da plataforma sistematizada de gestão de projetos sociais Bússola Social (Prontuários, registros de atendimentos individuais e em grupo e atividades socioassistenciais).

Serviço de convivência e fortalecimento de vínculos – 6 a 15 anos

1. Público-alvo

Crianças e Adolescentes, faixa etária de 6 a 15 anos.

2. Objetivo geral

  • Complementar o trabalho social com família, prevenindo a ocorrência de situações de risco social e fortalecendo a convivência familiar e comunitária;
  • Prevenir a institucionalização e a segregação de crianças, adolescentes, jovens e idosos, em especial, das pessoas com deficiência, assegurando o direito à convivência familiar e comunitária;
  • Promover acessos a benefícios e serviços socioassistenciais, fortalecendo a rede de proteção social de assistência social nos territórios;
  • Promover acessos a serviços setoriais, em especial das políticas de educação, saúde, cultura, esporte e lazer existentes no território, contribuindo para o usufruto dos usuários aos demais direitos;
  • Oportunizar o acesso às informações sobre direitos e sobre participação cidadã, estimulando o desenvolvimento do protagonismo dos usuários;
  • Possibilitar acessos a experiências e manifestações artísticas, culturais, esportivas e de lazer, com vistas ao desenvolvimento de novas sociabilidades;
  • Favorecer o desenvolvimento de atividades intergeracionais, propiciando trocas de experiências e vivências, fortalecendo o respeito, a solidariedade e os vínculos familiares e comunitários.

3. Objetivos específicos

  • Complementar as ações da família e comunidade na proteção e desenvolvimento de crianças e adolescentes e no fortalecimento dos vínculos familiares e sociais;
  • Assegurar espaços de referência para o convívio grupal, comunitário e social e o desenvolvimento de relações de afetividade, solidariedade e respeito mútuo;
  • Possibilitar a ampliação do universo informacional, artístico e cultural das crianças e adolescentes, bem como estimular o desenvolvimento de potencialidades, habilidades, talentos e propiciar sua formação cidadã;
  • Estimular a participação na vida pública do território e desenvolver competências para a compreensão crítica da realidade social e do mundo contemporâneo;
  • Contribuir para a inserção, reinserção e permanência do jovem no sistema educacional.

4. Critérios adotados para inserção dos usuários no serviço, programa, projeto ou benefício socioassistencial

  • Crianças encaminhadas pelos serviços da proteção social especial: Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI); Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos reconduzidos ao convívio familiar após medida protetiva de acolhimento, e outros;
  • Crianças e adolescentes com deficiência, com prioridade para as beneficiárias do BPC;
  • Crianças e adolescentes cujas famílias são beneficiárias de programas de transferência de renda;
  • Crianças e adolescentes de famílias com precário acesso a renda e a serviços públicos e com dificuldades para manter.

5. Metodologia

O Núcleo SBB desenvolve o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos com os atendimentos 100% presencias, por meio da realização de encontros com os grupos promovemos atividades organizadas a partir de percursos, garantindo aquisições aos usuários, respeitando o ciclo de vida e promovendo a prevenção de ocorrências de situações de risco social.

Propomos a intervenção social criando situações desafiadoras, que estimularam e orientaram os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais e coletivas, na família e no território. Mantemos vínculo e articulação com o CRAS Engenho Novo, e os demais do município, com o intuito de garantir que os usuários e suas famílias sejam referenciados a estes equipamentos.

As ações com as famílias são realizadas quinzenalmente, no período da manhã e tarde, além de ações comemorativas aos finais de semana. Os encontros com os grupos de convivência são realizados semanalmente, de segunda a sexta-feira, no período da manhã e da tarde.

Os grupos são conduzidos de forma presencial, os beneficiários recebem lanches preparados no local, com intuito de superar a situação de insegurança alimentar vivenciada no cotidiano. O serviço conta com uma nutricionista para elaboração do cardápio.

A organização e planejamento dos percursos ocorrem de janeiro a dezembro e é elaborado a partir das orientações do caderno Perguntas Frequente: Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV (2017), seguindo os eixos e subeixos orientadores por quadrimestre.

  • Eixo: Direito de ser.
  • Eixo: Convivência social.
  • Eixo: Participação.

Atividade manual
Trabalhamos o desenvolvimento de potencialidades por meio das atividades manuais, apresentando diferentes expressões artísticas com recorte, colagem, pintura, artesanato, modelagem, dobraduras, desenho livre, exploração de formas, cores e sons, possibilitando a ampliação informacional e demonstração de culturas distintas. Os educadores desenvolvem as atividades de forma lúdica e criativa, incentivando a brincadeira com o que foi produzido na atividade manual.

Contação de histórias
Utilizamos a prática da contação de histórias para o desenvolvimento do respeito pelas diferenças e diversidade, de forma que os usuários analisam e problematizam as histórias. Os educadores usam diferentes recursos lúdicos para a contação de histórias, brincamos com a imaginação e criatividade.

Atividade de culinária
Utilizamos o espaço do refeitório para a realizar atividades que exploraram a experiência culinária, promovendo a autonomia dos usuários na elaboração de receitas práticas e acessíveis, para que possam compartilhar com a família em momentos de convívio e fortalecimento de vínculos, transformando a prática do preparo de alimentos em um momento divertido e lúdico.

Exibição de filmes e vídeos educativos
Exibimos filmes que despertaram a reflexão sobre escolhas, atitudes, respeito, entendimento do outro e importância do brincar. Por meio dessa atividade foi possível desenvolver outras atividades, como roda de conversa, elaboração de cartazes e murais.

Dinâmicas de grupo
Realizamos dinâmicas de grupo que promoveram o exercício de escolhas, fomentando a responsabilidade e a reflexão sobre as motivações e interesses envolvidos no ato de escolher, permitindo que a vivência fosse um meio de aprendizado.

Leitura coletiva
Utilizamos textos com conteúdo informativo que suscitam a reflexão.

Elaboração de cartazes e murais
Atividades coletivas e colaborativas, como elaboração de cartazes e murais sobre os temas abordados ao longo dos encontros, estimulando o compartilhamento da troca de ideias e sentimentos, desenvolvendo as relações de afetividade, solidariedade e respeito mútuo. Com a realização de desenhos livres e desenhos dirigidos.

Gincanas e brincadeiras
Realizamos gincanas e brincadeiras, estimulando a convivência e participação, destacando as brincadeiras regionais.

Encontro intergeracional
Os encontros intergeracionais promovem a integração entre os usuários dos diferentes ciclos de vida. Nesses encontros é possível estimular a interação, troca e compartilhamento de experiências, promovendo o fortalecimento de vínculos entre todos os usuários do serviço.

Encontros de famílias e responsáveis
As ações com as famílias e responsáveis fazem parte da promoção da participação e integração familiar com o usuário e o serviço, fortalecendo vínculos afetivos e emocionais gerando consciência de como o envolvimento das famílias e da comunidade é fundamental na formação integral das crianças e adolescentes. Realizamos encontros quinzenais com os familiares dos usuários, com atividade de geração de renda e abordamos diversos temas para contribuir com o desenvolvimento da participação popular, defesa e garantia de direitos e valorização da família, considerando a matricialidade sociofamiliar.

Atendimentos socioassistenciais e psicossociais

Os atendimentos são voltados às demandas e necessidades apresentadas pelas famílias acompanhadas no serviço, sobretudo as que tiveram as condições de vulnerabilidade e risco social. As intervenções planejadas e desenvolvidas pela equipe de referência têm a finalidade de fortalecer a função protetiva das famílias no território, prevenir a ruptura dos seus vínculos, promover seu acesso e usufruto de direitos do cidadão, contribuindo para o enfrentamento dos danos causados pelo isolamento social, perda de empregos e aumento da extrema pobreza.

Visita domiciliar
A visita domiciliar é um dos instrumentos de trabalho tendo como objetivo principal conhecer as condições de vida das famílias do usuário e o contexto socioeconômico em que estão inseridos para garantir direitos socioassistenciais e das demais políticas públicas. A visita domiciliar é realizada pela equipe técnica e é pautada pelos princípios éticos.

Visita Institucional
Realizamos visita institucional com o objetivo de firmar parcerias e articular com outros serviços e setores o atendimento multidisciplinar, para fortalecimento da rede e encaminhamentos.

6. Participação dos usuários

Durante a realização de percursos metodológicos incentivamos a participação dos usuários cadastrados no Núcleo SBB que envolveram temas transversais de forma lúdica e em momentos específicos de forma individual ou coletiva.

Com o objetivo de incentivar e garantir a participação dos usuários em todas as etapas do serviço aplicamos periodicamente formulários de avaliação com questões objetivas e quantificáveis elaboradas para monitorar a percepção dos beneficiados, familiares e a comunidade acerca da importância deste equipamento e para avaliação e redirecionamento das estratégias, quando necessário. Na realização das rodas de conversa e encontros temáticos é possível que os beneficiados compartilhem seus sentimentos e depoimentos em relação ao espaço e ao serviço.

Instrumentos de monitoramento do desenvolvimento das ações

Seguindo a abordagem de monitoramento e avaliação por meio da padronização de categoria de monitoramento para as ofertas de atendimento direto, o Núcleo SBB desenvolve suas ações com:

  • Acompanhamento periódico dos dados sistematizados;
  • Padronização das categorias de monitoramento;
  • Aprimoramento das ações a partir da avaliação dos indicadores;
  • Compartilhamento das análises dos dados com usuários, familiares, gestão e setor de Vigilância Socioassistencial da SADS.

A base para esse processo está pautada em atender o art. 99 da NOB SUAS. “O monitoramento do SUAS constitui função inerente à gestão e ao controle social, e consiste no acompanhamento contínuo e sistemático do desenvolvimento dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais em relação ao cumprimento de seus objetivos e metas.”

Sociedade Bíblica do Brasilv.4.18.6
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