Sociedade Bíblica do Brasil
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Dia 63 na Palavra

Texto(s) da Bíblia

O sermão profético

A destruição do templo
Mt 24.1-2; Lc 21.5-6

1Quando Jesus estava saindo do templo, um dos seus discípulos lhe disse:

— Mestre! Que pedras, que construções!

2Mas Jesus respondeu:

— Você está vendo estas grandes construções? Não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada.

O princípio das dores
Mt 24.3-14; Lc 21.7-19

3Jesus estava sentado no monte das Oliveiras, diante do templo, quando Pedro, Tiago, João e André lhe perguntaram em particular:

4— Diga-nos quando essas coisas vão acontecer e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir.

5Então Jesus começou a dizer-lhes:

— Tenham cuidado para que ninguém os engane. 6Muitos virão em meu nome, dizendo: “Sou eu”; e enganarão a muitos. 7Quando vocês ouvirem falar de guerras e rumores de guerras, não se assustem; é necessário que isso aconteça, mas ainda não é o fim. 8Porque nação se levantará contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Essas coisas são o princípio das dores.

9— Estejam de sobreaviso, porque as pessoas os entregarão aos tribunais e às sinagogas. Vocês serão açoitados e, por minha causa, serão levados à presença de governadores e reis, para lhes servir de testemunho. 10Mas é necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações.

11— Quando, pois, levarem vocês para os entregar, não se preocupem com o que irão dizer, mas digam o que lhes for concedido naquela hora. Porque não são vocês que estão falando, mas o Espírito Santo. 12Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai entregará o filho. Haverá filhos que se levantarão contra os seus pais e os matarão. 13Todos odiarão vocês por causa do meu nome; aquele, porém, que ficar firme até o fim, esse será salvo.

A grande tribulação
Mt 24.15-28; Lc 21.20-24

14— Quando, pois, vocês virem o abominável da desolação situado onde não deve estar (quem lê entenda), então os que estiverem na Judeia fujam para os montes. 15Quem estiver no terraço não desça nem entre para tirar de casa alguma coisa. 16E quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. 17Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! 18Orem para que isso não aconteça no inverno. 19Porque aqueles dias serão de tamanha tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo criado por Deus até agora e nunca jamais haverá. 20Se o Senhor não tivesse abreviado aqueles dias, ninguém seria salvo. Mas, por causa dos eleitos que ele escolheu, Deus abreviou tais dias. 21Então, se alguém disser a vocês: “Olhem! Aqui está o Cristo!” ou: “Olhem! Ali está ele!”, não acreditem. 22Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos. 23Estejam de sobreaviso; tudo isso tenho predito a vocês.

A vinda do Filho do Homem
Mt 24.29-31; Lc 21.25-28

24— Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, 25as estrelas cairão do firmamento e os poderes dos céus serão abalados. 26Então verão o Filho do Homem vindo nas nuvens, com grande poder e glória. 27E então ele enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu.

A parábola da figueira
Mt 24.32-35; Lc 21.29-33

28— Aprendam, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, vocês sabem que o verão está próximo. 29Assim, também vocês, quando virem acontecer essas coisas, saibam que está próximo, às portas. 30Em verdade lhes digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. 31Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.

Exortação à vigilância
Mt 24.36-44; Lc 17.26-30,34-36

32— Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai.

33— Estejam de sobreaviso e vigiem, porque vocês não sabem quando será o tempo. 34É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie. 35Portanto, vigiem, porque vocês não sabem quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; 36para que, vindo ele inesperadamente, não encontre vocês dormindo. 37O que, porém, digo a vocês, digo a todos: vigiem!

Marcos 13NAAAbrir na Bíblia

O plano para matar Jesus

Mt 26.1-5; Lc 22.1-2; Jo 11.45-53

1Dois dias depois seria celebrada a Páscoa e a Festa dos Pães sem Fermento. Os principais sacerdotes e os escribas procuravam uma forma de prender Jesus, à traição, para matá-lo. 2Pois diziam:

— Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo.

Jesus é ungido em Betânia

Mt 26.6-13; Jo 12.1-8

3Quando Jesus estava em Betânia, fazendo uma refeição na casa de Simão, o leproso, veio uma mulher, trazendo um frasco feito de alabastro com um perfume muito valioso, de nardo puro; e, quebrando o frasco, derramou o perfume sobre a cabeça de Jesus. 4Alguns dos que estavam ali ficaram indignados e diziam entre si:

— Para que este desperdício de perfume? 5Este perfume poderia ter sido vendido por mais de trezentos denários, para ser dado aos pobres.

E murmuravam contra ela. 6Mas Jesus disse:

— Deixem a mulher em paz! Por que vocês a estão incomodando? Ela praticou uma boa ação para comigo. 7Porque os pobres estarão sempre com vocês, e, quando quiserem, podem fazer-lhes o bem, mas a mim vocês nem sempre terão. 8Ela fez o que pôde: ungiu o meu corpo antecipadamente para a sepultura. 9Em verdade lhes digo que, onde for pregado em todo o mundo o evangelho, também será contado o que ela fez, para memória dela.

O pacto da traição

Mt 26.14-16; Lc 22.3-6

10E Judas Iscariotes, um dos doze, foi falar com os principais sacerdotes, para lhes entregar Jesus. 11Eles, ouvindo isto, se alegraram e prometeram dar dinheiro a ele; nesse meio-tempo, Judas buscava uma boa ocasião para entregar Jesus.

Os discípulos preparam a Páscoa

Mt 26.17-19; Lc 22.7-13

12E, no primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, quando se fazia o sacrifício do cordeiro pascal, os discípulos de Jesus lhe perguntaram:

— Onde quer que façamos os preparativos para que o senhor possa comer a Páscoa?

13Então Jesus enviou dois dos seus discípulos, dizendo-lhes:

— Vão até a cidade. Ali, um homem trazendo um cântaro de água sairá ao encontro de vocês. 14Sigam esse homem e digam ao dono da casa em que ele entrar que o Mestre pergunta: “Onde fica o meu aposento no qual comerei a Páscoa com os meus discípulos?” 15E ele lhes mostrará um espaçoso cenáculo mobiliado e pronto; ali façam os preparativos.

16Os discípulos saíram, foram à cidade e, achando tudo como Jesus lhes tinha dito, prepararam a Páscoa.

O traidor é indicado

Mt 26.20-25; Lc 22.21-23; Jo 13.21-30

17Ao cair da tarde, Jesus chegou com os doze. 18Quando estavam à mesa e comiam, Jesus disse:

— Em verdade lhes digo que um de vocês, o que come comigo, vai me trair.

19E eles começaram a entristecer-se e a perguntar-lhe, um por um:

— Por acaso seria eu?

20Jesus respondeu:

— É um dos doze, o que comigo põe a mão no prato. 21Pois o Filho do Homem vai, como está escrito a seu respeito; mas ai daquele por quem o Filho do Homem está sendo traído! Melhor seria para ele se nunca tivesse nascido!

A Ceia do Senhor

Mt 26.26-30; Lc 22.14-20; 1Co 11.23-25

22E, enquanto comiam, Jesus pegou um pão e, abençoando-o, o partiu e lhes deu, dizendo:

— Tomem; isto é o meu corpo.

23A seguir, Jesus pegou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos seus discípulos; e todos beberam dele. 24Então lhes disse:

— Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos. 25Em verdade lhes digo que nunca mais beberei do fruto da videira, até aquele dia em que beberei o vinho novo, no Reino de Deus.

26E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.

Pedro é avisado

Mt 26.31-35; Lc 22.31-34; Jo 13.36-38

27E Jesus disse aos discípulos:

— Serei uma pedra de tropeço para todos vocês, porque está escrito: “Ferirei o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas.” 28Mas, depois da minha ressurreição, irei adiante de vocês para a Galileia.

29Então Pedro disse a Jesus:

— Ainda que o senhor venha a ser um tropeço para todos, não o será para mim!

30Mas Jesus lhe disse:

— Em verdade lhe digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, você me negará três vezes.

31Mas Pedro insistia com mais veemência:

— Ainda que me seja necessário morrer com o senhor, de modo nenhum o negarei.

E todos os outros diziam a mesma coisa.

Jesus no Getsêmani

Mt 26.36-46; Lc 22.39-46

32Então foram a um lugar chamado Getsêmani. Ali, Jesus disse aos seus discípulos:

— Sentem-se aqui, enquanto eu vou orar.

33E, levando consigo Pedro, Tiago e João, começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia. 34E lhes disse:

— A minha alma está profundamente triste até a morte; fiquem aqui e vigiem.

35E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se possível, lhe fosse poupada aquela hora. 36E dizia:

— Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice! Porém não seja o que eu quero, e sim o que tu queres.

37E, voltando, achou-os dormindo. E disse a Pedro:

— Simão, você está dormindo? Não conseguiu vigiar nem uma hora? 38Vigiem e orem, para que não caiam em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.

39Retirando-se de novo, orou repetindo as mesmas palavras. 40E voltando, achou-os outra vez dormindo, porque os olhos deles estavam pesados; e não sabiam o que lhe responder. 41E, quando voltou pela terceira vez, Jesus lhes disse:

— Vocês ainda estão dormindo e descansando! Basta! Chegou a hora; o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. 42Levantem-se, vamos embora! Eis que o traidor se aproxima.

Jesus é preso

Mt 26.47-56; Lc 22.47-53; Jo 18.1-12

43E logo, enquanto Jesus ainda falava, chegou Judas, um dos doze, e, com ele, uma multidão com espadas e porretes, vinda da parte dos principais sacerdotes, escribas e anciãos. 44Ora, o traidor tinha dado a eles um sinal: “Aquele que eu beijar, é esse; prendam e levem-no com segurança.” 45E logo que chegou, aproximando-se de Jesus, Judas disse:

— Mestre!

E o beijou. 46Então eles agarraram Jesus e o prenderam. 47Nisto, um dos que estavam ali, sacando da espada, feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha. 48Jesus lhes disse:

— Vocês vieram com espadas e porretes para prender-me, como se eu fosse um salteador? 49Todos os dias eu estava com vocês no templo, ensinando, e vocês não me prenderam; mas isto é para que se cumprissem as Escrituras.

50Então todos o deixaram e fugiram.

Jesus seguido por um jovem

51Um jovem, coberto unicamente com um lençol, seguia Jesus. Eles o agarraram, 52mas ele largou o lençol e fugiu nu.

Jesus diante do Sinédrio

Mt 26.57-68; Lc 22.54-55,63-71; Jo 18.12-14,19-24

53E levaram Jesus ao sumo sacerdote, e então se reuniram todos os principais sacerdotes, os anciãos e os escribas.

54Pedro seguiu Jesus de longe até o interior do pátio do sumo sacerdote e estava assentado entre os servos, aquentando-se ao fogo. 55E os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho contra Jesus para o condenar à morte, mas não achavam nada. 56Pois muitos testemunhavam falsamente contra Jesus, mas os depoimentos não eram coerentes. 57E, levantando-se alguns, testemunhavam falsamente, dizendo:

58— Nós o ouvimos declarar: “Eu destruirei este santuário edificado por mãos humanas e, em três dias, construirei outro, não por mãos humanas.”

59Nem assim o testemunho deles era coerente. 60E, levantando-se o sumo sacerdote, no meio, perguntou a Jesus:

— Você não diz nada em resposta ao que estes depõem contra você?

61Jesus, porém, guardou silêncio e nada respondeu. O sumo sacerdote tornou a interrogá-lo:

— Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?

62Jesus respondeu:

— Eu sou, e vocês verão o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu.

63O sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse:

— Por que ainda precisamos de testemunhas? 64Vocês ouviram a blasfêmia. Qual é o parecer de vocês?

E todos o julgaram réu de morte. 65Alguns começaram a cuspir nele, a cobrir-lhe o rosto, a bater nele e a dizer-lhe:

— Profetize!

E os guardas davam-lhe bofetadas.

Pedro nega Jesus

Mt 26.69-75; Lc 22.55-62; Jo 18.15-18,25-27

66Estando Pedro embaixo no pátio, veio uma das empregadas do sumo sacerdote 67e, vendo Pedro, que se aquecia, fixou os olhos nele e disse:

— Você também estava com Jesus, o Nazareno.

68Mas ele negou, dizendo:

— Não o conheço, nem compreendo o que você está falando.

E saiu para o pórtico. E o galo cantou. 69E a empregada, vendo-o, tornou a dizer aos que estavam ali:

— Este é um deles.

70Mas ele negou outra vez. E, pouco depois, os que estavam ali disseram outra vez a Pedro:

— Com certeza você é um deles, porque também é galileu.

71Ele, porém, começou a praguejar e a jurar:

— Não conheço esse homem de quem vocês estão falando!

72E no mesmo instante o galo cantou pela segunda vez. Então Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe tinha dito: “Antes que o galo cante duas vezes, você me negará três vezes.” E, caindo em si, começou a chorar.

Marcos 14NAAAbrir na Bíblia

A rainha de Sabá visita Salomão

2Cr 9.1-12

1Quando a rainha de Sabá ouviu falar da fama de Salomão, com respeito ao nome do Senhor, veio prová-lo com perguntas difíceis. 2Chegou a Jerusalém com uma enorme comitiva, com camelos carregados de especiarias, grande quantidade de ouro e pedras preciosas. Ela se apresentou diante de Salomão e lhe expôs tudo o que trazia em sua mente. 3Salomão respondeu todas as perguntas que ela fez, e não houve nada profundo demais que o rei não pudesse explicar. 4Quando a rainha de Sabá viu toda a sabedoria de Salomão, o palácio que ele havia construído, 5a comida que era servida na mesa dele, o lugar dos seus oficiais, o serviço dos seus criados e os trajes deles, seus copeiros, e o holocausto que oferecia na Casa do Senhor, ficou como fora de si 6e disse ao rei:

— É verdade o que ouvi na minha terra a respeito de você e a respeito da sua sabedoria. 7Eu, porém, não acreditava naquelas palavras, até que vim e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram nem a metade: você supera em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi. 8Felizes os homens à sua volta, felizes estes seus servos que estão sempre diante de você e que ouvem a sua sabedoria! 9Bendito seja o Senhor, seu Deus, que se agradou de você e o colocou no trono de Israel. O Senhor ama Israel para sempre e, por isso, ele o constituiu rei, para que você execute o juízo e a justiça.

10Ela entregou ao rei quatro toneladas de ouro, grande quantidade de especiarias e pedras preciosas. Nunca mais veio especiaria em tanta abundância, como a que a rainha de Sabá ofereceu ao rei Salomão.

11Também os navios de Hirão, que transportavam ouro de Ofir, traziam de lá grande quantidade de madeira de sândalo e pedras preciosas. 12Desta madeira de sândalo o rei mandou fazer corrimões para a Casa do Senhor e para o palácio real, bem como harpas e liras para os cantores. Tal madeira nunca se havia trazido para ali, nem se viu mais semelhante madeira até o dia de hoje.

13O rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo o que ela quis e pediu, além de tudo o que lhe deu por sua generosidade real. Então ela voltou e foi para a sua terra, ela e os seus servos.

As riquezas de Salomão

2Cr 1.14-17; 9.13-28

14O peso do ouro que se trazia a Salomão a cada ano era de cerca de vinte e três toneladas, 15além do que entrava dos vendedores e dos negociantes, de todos os reis da Arábia e dos governadores da terra. 16O rei Salomão fez duzentos grandes escudos de ouro batido, empregando sete quilos e duzentos gramas de ouro em cada escudo. 17Fez também trezentos escudos menores de ouro batido, empregando um quilo e oitocentos gramas de ouro em cada escudo. E o rei os pôs na Casa do Bosque do Líbano. 18O rei fez também um grande trono de marfim e o cobriu de ouro puríssimo. 19O trono tinha seis degraus, e o encosto do trono, ao alto, era redondo. De ambos os lados do assento havia um braço, e a figura de um leão junto a cada um dos braços. 20Doze leões estavam ali sobre os seis degraus, um em cada extremo destes. Nunca se havia feito obra semelhante em nenhum outro reino. 21Todas as taças que o rei Salomão usava para beber eram de ouro, e também de ouro puro eram todos os objetos da Casa do Bosque do Líbano. Não havia nada de prata, porque nos dias de Salomão não se dava nenhum valor a ela. 22Porque o rei tinha no mar uma frota de Társis, junto com os navios de Hirão. De três em três anos, a frota voltava de Társis, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões.

23Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria. 24Todo o mundo queria ver Salomão para ouvir a sabedoria que Deus tinha posto no coração dele. 25Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas. E foi assim ano após ano. 26Salomão ajuntou carros de guerra e cavaleiros. Tinha mil e quatrocentos carros de guerra e doze mil cavaleiros, que espalhou pelas cidades onde mantinha os carros, deixando uma parte junto ao rei, em Jerusalém. 27O rei fez com que, em Jerusalém, a prata fosse tão comum como as pedras e os cedros fossem tão numerosos como os sicômoros que estão na Sefelá. 28Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia, e comerciantes do rei os importavam da Cilícia por certo preço. 29Importava-se do Egito um carro de guerra por seiscentas moedas de prata e um cavalo por cento e cinquenta. Nas mesmas condições, as caravanas os traziam e os exportavam para todos os reis dos heteus e para os reis da Síria.

1Reis 10NAAAbrir na Bíblia

A profecia de Aías contra Jeroboão

1Naquele tempo, Abias, filho de Jeroboão, adoeceu. 2Então Jeroboão disse à sua mulher:

— Levante-se, ponha um disfarce para que não saibam que você é a mulher de Jeroboão e vá até Siló. Eis que lá está o profeta Aías, que disse a meu respeito que eu seria rei sobre este povo. 3Leve com você dez pães, alguns bolos e um pote de mel e vá falar com ele. Ele lhe dirá o que vai acontecer com este menino.

4A mulher de Jeroboão fez o que lhe foi pedido: levantou-se, foi até Siló e entrou na casa de Aías. Este já não podia ver, porque os seus olhos já não se moviam, por causa da velhice. 5Porém o Senhor disse a Aías:

— Eis que a mulher de Jeroboão está vindo para lhe perguntar a respeito do filho dela, que está doente. Assim e assim você deve falar com ela. Ao chegar, ela vai estar disfarçada.

6Quando ela estava entrando pela porta, Aías ouviu o ruído de seus pés e disse:

— Entre, mulher de Jeroboão. Por que você veio disfarçada? Estou encarregado de lhe dar más notícias. 7Vá e diga a Jeroboão: Assim diz o Senhor, Deus de Israel: “Eu tirei você do meio do povo e fiz com que você se tornasse chefe sobre o meu povo de Israel. 8Tirei o reino da casa de Davi e o entreguei a você. Mas você não foi como o meu servo Davi, que guardou os meus mandamentos e me seguiu de todo o coração, fazendo somente o que é reto aos meus olhos. 9Pelo contrário, você fez o mal, pior do que todos os reis que vieram antes de você. Fez outros deuses e imagens de fundição, para provocar-me à ira, e me virou as costas. 10Portanto, eis que trarei o mal sobre a casa de Jeroboão, e eliminarei de Jeroboão todo e qualquer indivíduo do sexo masculino, tanto o escravo como o livre, e lançarei fora os descendentes da casa de Jeroboão como se lança fora o esterco, até que, de todo, ela se acabe. 11Se alguém da casa de Jeroboão morrer na cidade, os cães o comerão; e se alguém morrer no campo, as aves do céu o comerão, porque o Senhor o disse.”

12— Quanto a você, mulher de Jeroboão, levante-se e volte para casa. Quando você puser os pés na cidade, o menino morrerá. 13Todo o Israel o pranteará e o sepultará. Ele será o único da casa de Jeroboão que será sepultado, porque nele se achou alguma coisa boa para com o Senhor, Deus de Israel, na casa de Jeroboão. 14O Senhor, porém, levantará para si um rei sobre Israel, que eliminará, no seu dia, a casa de Jeroboão. Quando será? Já está acontecendo. 15O Senhor ferirá Israel para que se agite como a cana se agita nas águas. Vai arrancar Israel desta boa terra que ele deu aos seus pais e o espalhará para além do Eufrates, porque fizeram postes da deusa Aserá, provocando o Senhor à ira. 16Entregará Israel por causa dos pecados que Jeroboão cometeu e pelos que fez Israel cometer.

17Então a mulher de Jeroboão se levantou, foi e chegou a Tirza. Quando ela chegou à soleira da porta, o menino morreu. 18Sepultaram-no, e todo o Israel o pranteou, segundo a palavra do Senhor, anunciada por meio do profeta Aías, seu servo.

19Quanto aos demais atos de Jeroboão, como guerreou e como reinou, está tudo escrito no Livro da História dos Reis de Israel. 20Foi de vinte e dois anos o tempo que Jeroboão reinou. Ele morreu, e Nadabe, seu filho, reinou em seu lugar.

O reinado de Roboão, de Judá

2Cr 12.1-16

21Roboão, filho de Salomão, reinou em Judá. Ele tinha quarenta e um anos de idade quando começou a reinar e reinou dezessete anos em Jerusalém, na cidade que o Senhor havia escolhido de todas as tribos de Israel, para estabelecer ali o seu nome. A mãe de Roboão se chamava Naamá, e era amonita.

22Judá fez o que era mau aos olhos do Senhor, e, com os pecados que cometeu, despertou o seu ciúme, mais do que os seus pais haviam feito. 23Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes da deusa Aserá sobre todas as colinas e debaixo de todas as árvores frondosas. 24Havia também na terra prostitutos cultuais. Fizeram segundo todas as coisas abomináveis das nações que o Senhor havia expulsado de diante dos filhos de Israel.

25No quinto ano do reinado de Roboão, Sisaque, rei do Egito, atacou Jerusalém. 26Levou embora os tesouros da Casa do Senhor e os tesouros do palácio real. Levou tudo, inclusive todos os escudos de ouro que Salomão tinha feito. 27Em lugar destes, o rei Roboão fez escudos de bronze e os entregou nas mãos dos capitães da guarda, que guardavam o portão do palácio real. 28Toda vez que o rei entrava na Casa do Senhor, os da guarda usavam os escudos e depois os devolviam à câmara da guarda.

29Quanto aos demais atos de Roboão e a tudo o que ele fez, não está tudo escrito no Livro da História dos Reis de Judá? 30Roboão e Jeroboão estiveram sempre em guerra. 31Roboão morreu e foi sepultado nos túmulos de seus pais, na Cidade de Davi. A mãe dele se chamava Naamá, e era amonita. E Abias, filho de Roboão, reinou em seu lugar.

1Reis 14NAAAbrir na Bíblia

O amor de Deus e a ingratidão de Israel

1“Quando Israel era menino,

eu o amei;

e do Egito chamei o meu filho.

2Quanto mais eu os chamava,

tanto mais se afastavam de mim;

sacrificavam a baalins

e queimavam incenso

às imagens de escultura.

3Mas fui eu que ensinei

Efraim a andar;

tomei-os nos meus braços,

mas eles não entenderam

que era eu que os curava.

4Atraí-os com cordas humanas,

com laços de amor;

fui para eles como quem alivia

o jugo de sobre o pescoço

e me inclinei

para dar-lhes de comer.”

5“Não voltarão

para a terra do Egito,

mas o assírio será o seu rei,

porque se recusam

a voltar para mim.

6A espada cairá

sobre as suas cidades,

consumirá os seus ferrolhos,

e as devorará,

por causa dos seus caprichos.

7Porque o meu povo é inclinado

a rebelar-se contra mim;

se são chamados a dirigir-se

para o alto, ninguém o faz.

8Como poderia eu abandoná-lo,

Efraim?

Como poderia entregá-lo, Israel?

Como faria com você

o que fiz com Admá?

Como poderia fazer de você

outra Zeboim?

Meu coração se comove

dentro de mim;

toda a minha compaixão

se manifesta.

9Não executarei o furor

da minha ira;

não voltarei para destruir Efraim.

Porque eu sou Deus e não homem;

sou o Santo no meio de vocês.

Não virei com ira.”

10“Seguirão o Senhor,

que rugirá como leão.

E, quando ele rugir,

os filhos, tremendo,

virão do Ocidente;

11tremendo, como passarinhos,

virão os do Egito,

e, como pombas,

os da terra da Assíria.

Eu os farei habitar

em suas próprias casas”,

diz o Senhor.

A condenação de Israel e de Judá

12“Efraim me cercou com mentiras,

e a casa de Israel, com engano;

mas Judá ainda está

do lado de Deus

e permanece fiel ao Santo.

Oseias 11NAAAbrir na Bíblia

Chamado para voltar ao Senhor

1“Israel, volte para o Senhor,

seu Deus,

porque você caiu

por causa dos seus pecados.

2Tragam palavras

de arrependimento

e convertam-se

ao Senhor, dizendo:

‘Perdoa toda a nossa iniquidade,

aceita o que é bom

e, em vez de novilhos,

os sacrifícios dos nossos lábios.

3A Assíria não nos salvará.

Não iremos montados em cavalos

e não mais diremos

às obras das nossas mãos

que elas são o nosso Deus.

Porque só em ti

o órfão encontra misericórdia.’”

4“Vou curar a rebeldia deles.

Vou amá-los de boa vontade,

porque a minha ira

se afastou deles.

5Serei para Israel como orvalho;

ele florescerá como o lírio

e lançará as suas raízes

como o cedro do Líbano.

6Os seus ramos se estenderão,

o seu esplendor

será como o da oliveira,

e a sua fragrância,

como a do cedro do Líbano.

7Os que se assentavam

à sua sombra voltarão;

serão vivificados como o trigo

e florescerão como a videira;

a sua fama será

como a do vinho do Líbano.”

8“Ó Efraim, que tenho eu

a ver com os ídolos?

Sou eu que ouço as suas orações

e cuido de você!

Eu sou como o cipreste verde;

de mim procede o seu fruto.”

Apelo final

9Quem é sábio,

que entenda estas coisas!

Quem é inteligente,

que as compreenda!

Porque os caminhos do Senhor

são retos,

e os justos andarão neles,

mas os transgressores neles cairão.

Oseias 14NAAAbrir na Bíblia

1Palavra do Senhor que foi dirigida a Joel, filho de Petuel.

A praga de gafanhotos e a seca

2“Prestem atenção, velhos,

e escutem, todos os moradores

da terra!

Aconteceu algo assim

no tempo de vocês

ou nos dias de seus pais?

3Contem isto aos filhos de vocês;

que eles o contem aos filhos deles,

e que estes falem sobre isso

à geração seguinte.”

4“O que o gafanhoto cortador

deixou,

o gafanhoto migrador comeu;

o que o migrador deixou,

o gafanhoto devorador comeu;

o que o devorador deixou,

o gafanhoto destruidor comeu.”

5“Acordem, beberrões, e chorem!

Lamentem, todos vocês

que gostam de vinho,

por causa do vinho novo,

pois foi tirado da boca de vocês.

6Porque veio um povo

contra a minha terra,

poderoso e inumerável,

com dentes como de leão

e presas como de leoa.

7Destruiu as minhas videiras

e destroçou as minhas figueiras.

Tirou as cascas das árvores

e as jogou fora;

os galhos ficaram brancos.”

8“Lamentem,

assim como a virgem,

vestida de roupa feita

de pano de saco,

lamenta a morte do seu noivo.

9Na Casa do Senhor,

foram cortadas

as ofertas de cereais

e as libações.

Os sacerdotes,

ministros do Senhor,

estão enlutados.

10Os campos foram arrasados,

e a terra está de luto,

porque o cereal foi destruído,

o vinho novo acabou,

o azeite está no fim.”

11“Fiquem envergonhados,

lavradores;

lamentem, vinhateiros,

por causa do trigo e da cevada,

porque a colheita foi destruída.

12As videiras secaram,

as figueiras murcharam,

as romãzeiras, as palmeiras

e as macieiras também.

Todas as árvores do campo

secaram,

e já não há alegria

entre os filhos dos homens.”

Chamado ao arrependimento

13“Sacerdotes, vistam roupa

feita de pano de saco

e pranteiem.

Ministros do altar, lamentem.

Ministros do meu Deus, venham

e passem a noite vestidos

de panos de saco.

Porque no templo de seu Deus

não há mais ofertas de cereais

e libações.

14Proclamem um santo jejum,

convoquem uma reunião solene.

Reúnam os anciãos

e todos os moradores

desta terra

na Casa do Senhor, seu Deus,

e clamem ao Senhor.”

15“Ah! Que dia!

Porque o Dia do Senhor está perto

e ele vem como destruição

da parte do Todo-Poderoso.”

16Por acaso, o alimento

não foi destruído

diante dos nossos olhos?

E, do templo do nosso Deus,

não desapareceram

a alegria e o regozijo?

17As sementes secaram

debaixo dos seus torrões;

os celeiros foram destruídos,

os armazéns, derrubados,

porque o cereal se perdeu.

18Como geme o gado!

As manadas de bois

estão inquietas,

porque não têm pasto;

também os rebanhos de ovelhas

estão sofrendo.

19A ti, ó Senhor, clamo,

porque o fogo devorou

as pastagens,

e as chamas consumiram

todas as árvores do campo.

20Também todos os animais selvagens

suspiram por ti,

porque os rios secaram,

e o fogo devorou as pastagens.

O Dia do Senhor

1Toquem a trombeta em Sião

e deem o alarme

no meu santo monte.

Que todos os moradores

da terra tremam,

porque o Dia do Senhor

está chegando;

já está próximo.

2É dia de trevas e escuridão,

dia de nuvens e densas trevas!

Como a luz do amanhecer

sobre os montes,

assim se difunde um povo grande

e poderoso,

como nunca houve igual

desde os tempos antigos,

nem haverá outro depois dele

pelos anos seguintes,

de geração em geração.

3À frente dele vai fogo devorador,

atrás dele vêm

chamas destruidoras.

Diante desse povo,

a terra é como o jardim do Éden;

mas, atrás dele, fica devastada

como um deserto.

Nada lhe escapa.

4A sua aparência é

como a de cavalos;

e, como cavaleiros, assim correm.

5Com um estrondo semelhante

ao de carros de guerra,

eles vêm saltando

no alto dos montes,

crepitando como chamas de fogo

que devoram a palha,

como um povo poderoso

posto em ordem de combate.

6Diante deles, os povos tremem;

todos os rostos empalidecem.

7Correm como valentes;

como homens de guerra,

sobem muros.

Cada um vai no seu caminho

e não se desvia da sua fileira.

8Não empurram uns aos outros;

cada um segue o seu rumo.

Avançam entre as lanças

e não se detêm no seu caminho.

9Invadem a cidade,

correm pelas muralhas,

sobem pelas paredes das casas,

entram pelas janelas como ladrões.

10Diante deles, a terra treme

e os céus se abalam;

o sol e a lua se escurecem,

e as estrelas deixam de brilhar.

11O Senhor levanta a voz

diante do seu exército.

Porque o seu arraial é enorme,

e quem executa as suas ordens

é poderoso.

Sim, grande e mui terrível

é o Dia do Senhor!

Quem o poderá suportar?

A misericórdia do Senhor

12Ainda assim, agora mesmo,

diz o Senhor:

“Convertam-se a mim

de todo o coração;

com jejuns, com choro

e com pranto.

13Rasguem o coração,

e não as suas roupas.”

Convertam-se ao Senhor,

seu Deus,

porque ele é bondoso

e compassivo,

tardio em irar-se

e grande em misericórdia,

e muda de ideia quanto ao mal

que havia anunciado.

14Quem sabe se ele não se voltará

e mudará de ideia,

e, ao passar, deixe uma bênção,

para que vocês possam trazer

ofertas de cereais e libações

ao Senhor, seu Deus?

15Toquem a trombeta em Sião,

proclamem um santo jejum,

convoquem uma reunião solene.

16Reúnam o povo,

santifiquem a congregação,

congreguem os anciãos,

reúnam as crianças

e os que mamam no peito.

Que o noivo saia do seu quarto,

e a noiva, dos seus aposentos.

17Que os sacerdotes,

ministros do Senhor,

chorem entre o pórtico e o altar,

e orem:

“Poupa o teu povo, ó Senhor,

e não faças da tua herança

um objeto de deboche

e de zombaria entre as nações.

Por que hão de dizer

entre os povos:

‘Onde está o Deus deles?’”

A compaixão de Deus

18Então o Senhor

teve grande amor pela sua terra

e se compadeceu do seu povo.

19O Senhor respondeu

ao seu povo:

“Eis que lhes envio o cereal,

o vinho e o azeite,

e vocês ficarão satisfeitos.

Nunca mais farei de vocês

motivo de zombaria

entre as nações.

20Mas o invasor que vem do Norte,

eu o removerei

para longe de vocês

e o lançarei para uma terra seca

e deserta.

Lançarei a sua vanguarda

para o mar oriental,

e a sua retaguarda,

para o mar ocidental.

Subirá o seu mau cheiro,

e subirá a sua podridão;

porque agiu poderosamente.”

21“Não tenha medo, ó terra;

alegre-se e exulte,

porque o Senhor

faz grandes coisas.

22Não tenham medo,

animais selvagens,

porque os pastos do deserto

reverdecerão,

porque as árvores

darão os seus frutos,

as figueiras e as videiras

produzirão com vigor.

23Filhos de Sião, alegrem-se

e exultem no Senhor, seu Deus,

porque ele lhes dará as chuvas

em justa medida;

fará descer, como no passado,

as primeiras e as últimas chuvas.

24As eiras se encherão de trigo,

e os lagares transbordarão

de vinho e de azeite.

25Restituirei os anos

que foram consumidos

pelos gafanhotos

— o migrador, o devorador

e o destruidor —,

o meu grande exército

que enviei contra vocês.

26Vocês terão comida

em abundância

e ficarão satisfeitos,

e louvarão o nome do Senhor,

seu Deus,

que fez maravilhas

em favor de vocês.

E nunca mais o meu povo

será envergonhado.

27Vocês saberão que eu estou

no meio de Israel,

e que eu sou o Senhor,

o Deus de vocês,

e que não há outro.

E nunca mais o meu povo

será envergonhado.”

A promessa do derramamento do Espírito

28“E acontecerá, depois disso,

que derramarei o meu Espírito

sobre toda a humanidade.

Os filhos e as filhas de vocês

profetizarão,

os seus velhos sonharão,

e os seus jovens terão visões.

29Até sobre os servos

e sobre as servas

derramarei o meu Espírito

naqueles dias.

30Mostrarei prodígios no céu

e na terra:

sangue, fogo e colunas de fumaça.

31O sol se transformará em trevas,

e a lua, em sangue,

antes que venha o grande

e terrível Dia do Senhor.”

32E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Porque, no monte Sião e em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como o Senhor prometeu; e, entre os sobreviventes, aqueles que o Senhor chamar.

Sociedade Bíblica do Brasilv.4.19.1
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