“A colheita é grande mesmo, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita.” (Jesus, em Mateus 9.37-38)

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Gilberto da Costa Pereira: “Sou colportor, graças a Deus”

O pastor Gilberto da Costa Pereira orgulha-se da atividade à qual se dedica há 28 anos, na cidade maranhense de Açailândia e região: “Sou colportor, graças a Deus”.

Todos os dias, ele entrega ao menos um exemplar da Bíblia. O pastor também é integrante de uma equipe de capelania e distribui folhetos em praças e no presídio local. “É a minha vida. Tenho certeza de que é uma missão que Deus colocou em minhas mãos”.

Para ele, a colportagem não é apenas uma fonte de renda, mas uma missão, tanto que acaba fazendo doação da maioria das publicações que compra. “É uma forma de ser semeador também”, argumenta, complementando que a sua cidade tem grande necessidade de material de evangelização, por isso recebe ajuda de pastores de todos os ministérios, tornando-se, desta forma, um “colportor interdenominacional”.

Ele revela que agradece a Deus, todos os dias, pela existência da SBB, por meio da qual adquire a literatura bíblica oferecida em Açailândia e também no município de Imperatriz, onde outra equipe de capelania atua no maior hospital da região. É no presídio que o pastor encontra os resultados mais emocionantes de seu trabalho. “Há coral em toda as celas, homens encarcerados que já são pregadores. Uma experiência transformadora”, conclui.

Depoimentos e histórias

Thomás Gallart: o primeiro colportor na Bahia

Colportor - Bahia

Foi contratado como colportor pela Sociedade Bíblica Americana para trabalhar na província da Bahia, onde havia morado.
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João Batista Pinheiro: o valente colportor do Maranhão

Colportor, Maranhão

George Thomas fundou em Barra do Corda o Instituto Bíblico do Maranhão.
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José Araújo: o colportor cego

Colportor, Bahia

Começou a trabalhar como colportor autônomo, sem vínculo com sua igreja.

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